Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2026

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Para Luis Costa os papéis são definidos – a família educa e a escola ensina



Com um discurso embasado nos valores de uma sociedade mais conservadora, justa e humana, o vereador Luis Costa, PR, é defensor do combate a ideologia de gênero e, foi autor de um Projeto de Lei, com destaque nacional, em 2016, que proibiu a distribuição nas escolas de livros do Mistério da Educação sobre diversidade sexual. Na sua concepção, a educação é de responsabilidade da família e, o ensino, da escola. O vereador é o 2º vice-presidente da Câmara Municipal.

Defensor de bandeiras que reúnem traços do perfil do Chefe de Estado, o presidente Jair Bolsonaro, PSL, Luis Costa é filho de feirantes e natural do município de Poxoréu. Filho da terra que deu origem à Primavera do Leste, o parlamentar acompanhou todo o processo político-administrativo do município. “Primavera é um local de terras férteis e brotou da vontade daqueles que acreditaram na possibilidade de fazer desse local uma referência para o estado e o país. Vejo com orgulho esse lugar que acolheu a mim e minha família.”

Casado e pai de dois filhos, o vereador Luis Costa é jornalista e está cursando Administração Pública na Universidade Federal de Mato Grosso. Com disposição para o trabalho social, o republicano sempre atuou na luta pelo direito coletivo. Sua trajetória política começou no grêmio estudantil e,  em 2012, conhecendo os problemas e anseios da sociedade primaverense, disputou as eleições municipais e ficou como primeiro suplente. Em 2015, assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Nas eleições de 2016, foi o sexto vereador mais votado.

O parlamentar Luis Costa também atua em busca de aproximar a sociedade das ações Legislativa. Criou o projeto ‘Gabinete Itinerante’, com objetivo de conhecer as demandas da comunidade, de maneira mais presente nos bairros. “Também tenho como bandeira a transparência. Fui autor do Projeto de Lei que obriga o poder público a transmitir os processos licitatórios, ao vivo, pelas redes sociais. O que torna esses processos mais transparentes”.

Além das lutas específicas, Luis Costa defende mais qualidade na área da saúde, educação, infraestrutura e segurança pública. “Meu gabinete está sempre de portas abertas à população. Sou representante do povo e estou aqui pra trabalhar pelos anseios coletivos da comunidade”. Nas últimas eleições estaduais – 2018 – o vereador disputou uma cadeira na Assembléia Legislativa e foi o mais votado em Primavera do Leste.

Fonte: Driely Pinotti / Câmara Municipal de Primavera do Leste

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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