Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 08 de Junho de 2026

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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ



Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

Suspeitos morrem durante operações policiais após crimes que causaram comoção em Primavera do Leste e Poxoréu


Dois suspeitos investigados por crimes de grande repercussão na região morreram durante ações das forças de segurança realizadas nos municípios de Primavera do Leste e Poxoréu. As ocorrências aconteceram no decorrer de operações desencadeadas pela Polícia Militar dentro das investigações de casos que causaram forte indignação na população.

As informações foram apresentadas nesta segunda-feira (8) pelos comandantes do 11º Comando Regional da Polícia Militar e da Força Tática, que detalharam as circunstâncias das ações e o trabalho desenvolvido pelas equipes envolvidas.

Em Primavera do Leste, a ocorrência está relacionada a um caso de roubo seguido de violência sexual contra uma mulher de 68 anos. Após o registro do crime, as equipes iniciaram diligências para identificar e localizar o suspeito, utilizando imagens de monitoramento e levantamentos realizados pelas forças de segurança.

Segundo a Polícia Militar, o homem foi encontrado horas depois, mas teria reagido à abordagem policial utilizando uma arma branca. Diante da situação, os militares efetuaram disparos para conter a ameaça. O suspeito não resistiu aos ferimentos.

Ainda conforme a corporação, o investigado possuía diversas passagens policiais por crimes patrimoniais e outros delitos de natureza violenta.

Já em Poxoréu, a ação ocorreu durante as buscas pelo principal suspeito de envolvimento na morte de uma jovem encontrada sem vida em uma área do município. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Força Tática e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

As buscas se concentraram em uma região de mata, onde o suspeito estaria escondido. Durante a operação, houve tentativa de negociação para que ele se entregasse às autoridades. No entanto, de acordo com os relatos apresentados pela Polícia Militar, o homem reagiu à aproximação dos policiais e acabou sendo baleado durante a intervenção.

Os comandantes destacaram que a prioridade das forças de segurança era efetuar a prisão dos investigados, mas afirmaram que ambos reagiram às abordagens, exigindo resposta operacional das equipes.
As duas ocorrências serão analisadas pelos órgãos competentes, conforme determina a legislação em casos de intervenção policial. Os fatos seguem sob investigação para esclarecimento completo das circunstâncias.

Fonte: Redação, com informações do MT Regional.


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