Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 07 de Maio de 2026

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‘Política se faz conversando, sem rejeitar partidos, somando forças’, disse vereador Luis Costa durante fala em tribuna



O legislador esteve nesta segunda (26), na Capital, para a reunião do Partido da República (PR) com aliados políticos. O ato reforçou a pré-candidatura do Senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso.

Da Redação

Durante a sessão de segunda, o vereador Luis Costa discursou sobre o cenário da política Matogrossense, e aproveitou para chamar atenção dos representantes políticos, articuladores, e futuros candidatos.

“O nosso líder do PR em Mato Grosso, Wellington Fagundes, que é atualmente Senador da República, é nosso pré-candidato ao Governo do Estado. Estava com ele em uma reunião do partido e outros aliados, quando ele disse que temos que conversar muito e não rejeitar nenhum partido. Temos que somar. Essa fala dele me faz lembrar situações vivenciadas por nós aqui vereadores, também pelos ex-prefeitos Érico Piana e o Getúlio, com o atual Governador do Estado, Pedro Taques (PDT), em que só vem em nossa cidade para tirar fotos. Nós temos muita coisa para fazer aqui. Temos uma escola do estado, no assentamento Nova Poxoreú que parece que estamos no sertão, naqueles locais que não tem acesso nenhum. As crianças têm que sentar no chão para fazer a refeição e nós não podemos admitir isso. Um governador com ódio político, porque prefeitos anteriores não o apoiaram”. Afirma Luis Costa.

O legislador continuou sua fala dizendo que Política se faz conversando, sem rejeitar partidos, somando forças. “Eu sou pré-candidato a Deputado Estadual pelo PR, e o meu desejo é de mudança, é de somar forças com lideranças, com prefeituras, com os lideres de bairros, porque a política não se faz sozinho, não exclui pessoas, a política é pública e ela existe para que o cidadão reivindique, aponte melhorias, sugere. O que me entristece é que para ser candidato te fazem a pergunta: Quanto de dinheiro você tem? Isso é uma vergonha, porque ainda o pensamento é de compra de votos. A política é para o cidadão! Então para que tanto dinheiro?”. Questiona.

Luis Costa sinaliza apoio ao senador Wellington Fagundes a candidatura a Governo do Estado, e afirma estar feliz porque o senador é municipalista.

“Wellington é um representante político que atende qualquer cidadão, ele não exclui cidades por causa de votos, ele é municipalista, e articula, pede, manda emendas para os prefeitos de nosso estado. Com certeza a candidatura do Wellington vai ser muito boa para Primavera do Leste. E eu, vereador Luis Costa, pré candidato a Deputado Estadual, estarei junto com o senador, ouvindo as pessoas, seja qual for o problema, somando forças para conquistar ainda mais políticas públicas que geram resultados aos nossos cidadãos”. Finaliza.



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Elizeu diz que dinheiro apreendido tem comprovação e nega crime


O deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) se defendeu publicamente das acusações oriundas da Operação Emenda Oculta, Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO), do Ministério Público Estadual (MPE), que o acusa de desviar recursos de emendas parlamentares por meio de convênios com institutos de fomento de cultura e esportes.

 

Segundo ele, o valor de R$ 150 mil em espécie apreendidos em sua casa seria de salário, verba indenizatória e aposentadoria da Polícia Militar. “Esse valor que foi recolhido por parte da investigação também está declarado na minha declaração de imposto de renda. Além de tudo isso, também foi recolhido extrato de comprovante de saque, valor da minha conta mesmo. Aí tem o salário, tem verba indenizatória que é sacada, que é movimentada e isso também foi anexado ao recolhimento”, disse.

 

O parlamentar afirma que tem costume em guardar dinheiro em espécie em sua casa, e que isso já foi declarado durante o período eleitoral em anos anteriores.

 

“Assim como em 2018 eu fui candidato a deputado estadual e que eu ainda morava no bairro Altos da Serra, na minha residência tinha 150 mil reais, principalmente ano eleitoral. Agora, no ano de 2022, candidato à minha reeleição, declarado cerca de 170, 180 mil reais também”, completou.

 

O deputado também defendeu a destinação de suas emendas parlamentares no valor de R$ 7,7 milhões nos últimos 3 anos, alegando que foi investimento na educação militar por meio de kits de uniforme de educação física para escolas militares.   “É uma entrega que impacta na vida do cidadão, principalmente dessas famílias, dessas mais de 25 escolas militares por todo o estado de Mato Grosso. Inclusive, na maioria delas, eu estive pessoalmente fazendo essas entregas”, defendeu.

 

Já em relação à declaração do Partido Novo, de que irá puni-lo, caso se comprovem as acusações, Elizeu afirmou que isso é normal com alguém que está sendo investigado, mas que a punição só deve ocorrer após o trânsito em julgado. ‘Eu estou tranquilo, não fizemos nada de errado. E agora estamos esperando ter acesso aos autos para fazer a defesa dentro do processo”, pontuou.

 

Operação  

 

A Operação Emenda Oculta foi deflagrada após a descoberta de um vídeo que registrou um suposto repasse de propina. Entre os alvos confirmados até o momento estão o deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e do irmão dele, vereador por Cuiabá, Cezinha Nascimento (União).

 

Conforme apurado pelo site Gazeta , o material foi localizado em um celular apreendido durante a Operação Gorjeta e se tornou peça-chave para o avanço das investigações, que levaram aos nomes de Cezinha e Elizeu Nascimento.  Ainda segundo a apuração, investigadores identificaram que agentes políticos estariam direcionando emendas parlamentares para dois institutos: o Instituto Social Mato-Grossense (ISMAT) e o Instituto Brasil Central (IBRACE), com o objetivo de desviar os recursos destinados às entidades.

 

Para viabilizar o esquema, conforme a investigação, era utilizada a empresa Sem Limites Esporte e Evento LTDA, que recebia valores dos institutos e posteriormente repassava quantias aos parlamentares responsáveis pelas emendas.

 

A Operação Emenda Oculta é um desdobramento da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso em 27 de janeiro de 2026. Na ocasião, a investigação apontou um possível esquema de desvio de cerca de R$ 3 milhões em emendas parlamentares na Câmara Municipal e na Secretaria de Esportes de Cuiabá, resultando no afastamento de Chico 2000.

Fonte: Gazeta Digital


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