Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Janeiro de 2026

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“Quando os vereadores se entendem e não há diferença partidária, quem ganha lá na ponta é o cidadão”. Disse Luis Costa durante Sessão Ordinária



Da Redação

Na Sessão Ordinária desta segunda (02), o vereador Luis Costa (PR), durante seu discurso, chamou atenção de todos ao alertar sobre os efeitos que a política sem aliança, sem conversa e sem entendimento, gera para a população.

“Na semana passada Júlio Campos e Jayme Campos, estiveram em Primavera do Leste, para uma reunião sobre o cenário político. Participei junto com alguns colegas e também o Prefeito Leo, e acompanho o Jayme e o Júlio na política desde criança, e com o tempo fizemos amizade. Essas conversas, reuniões, sobre o andamento da política no estado e no País, é muito importante, seja qual for o partido, porque é desta forma que iremos avançar. E essas alianças servem de exemplo para nós aqui. Quando os vereadores se entendem e não há diferença partidária, quem ganha lá na ponta é o cidadão”. Afirma Luis Costa.

O legislador vem reforçando em seu discurso, a importância do entrosamento político, porque para desenvolver políticas públicas que garantam dignidade ao cidadão, é necessária a união de todos. “Para que serve a política, se não é para ajudar o cidadão, trabalhar em prol da comunidade, ajudar quem precisa de uma ficha para uma consulta em ESF, ajudar quem precisa de um remédio, quem precisa de escola especializada para o atendimento a crianças com autismo, entre tantas outras demandas”. Indaga o vereador.

Luis Costa enfatiza que a política é para ouvir a comunidade com suas demandas  e assim resolver problemas sociais, de saúde,  e de infraestrutura. “Jamais podemos impedir o cidadão de ser um candidato e querer melhorar a sociedade por meio da política. Aqui em Primavera já começou as articulações para saber quem é candidato ao Governo a deputado e junto com as especulações começa as perseguições, e eu digo aos meus colegas, quantas coisas tem acontecido nos últimos dias? Estamos vendo nossos inimigos incitar, fazer intrigas, discórdia entre Câmara e Prefeitura. Por isso digo, é preciso estar atentos, e construirmos assim, uma política honesta, que lute pelo povo trabalhador”. Ressalta Luis Costa

O vereador disse que foi questionado pelo cidadão Eliseu, antes da sessão, por mensagem, com a seguinte pergunta: Porque a demora no atendimento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA)? Então o vereador explicou que a UPA só durante o dia de ontem, das 6h até as 18h, foram atendidas 220 pessoas. “Muitas pessoas com problemas simples de saúde, pode procurar o postinho mais perto de casa para se consultar. Alguns casos que chegam à UPA poderiam ser resolvidos nos postinhos e com isso diminuir a fila, mas mesmo com tanta demanda parabéns aos profissionais da Unidade, que tem trabalhado de forma humanitária e rápida”.

Para encerrar Luis Costa convida a todos para uma reunião política do Partido da República (PR), com o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em que o senador Wellington Fagundes (PR) irá lançar sua pré-candidatura ao governo do estado de Mato Grosso.



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PISCICULTURA: Deputado Nininho mobiliza Assembleia Legislativa, Governo do Estado e agricultores para fomentar produção de peixe em Mato Grosso


Com recursos do Banco Mundial, deputado trabalha para organizar cadeia produtiva, implantar cooperativas e fortalecer piscicultura em Mato Grosso; iniciativa prevê projeto piloto na Baixada Cuiabana

O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos) está mobilizando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o governo estadual e o setor produtivo para reestruturar a piscicultura em Mato Grosso, com foco na Baixada Cuiabana. O parlamentar defende a integração de políticas públicas e a formação de cooperativas para absorver parte dos US$ 100 milhões garantidos junto ao Banco Mundial para a agricultura de pequena escala. A estratégia aponta para a verticalização da produção para retomar o protagonismo do Estado, que atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking nacional.

 

Segundo Nininho, a Baixada Cuiabana possui características geográficas que favorecem o pequeno produtor em detrimento da agricultura de larga escala. “A aptidão das áreas aqui é mais voltada para a agricultura familiar e pequena propriedade. Não tem aptidão, muitas vezes, para a agricultura de grande escala. Precisamos achar uma maneira de fomentar essa atividade”, afirma Nininho.

 

A proposta do deputado envolve um consórcio entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer e universidades. O objetivo é criar uma estrutura que reduza custos operacionais, incluindo a produção regional de alevinos e a instalação de fábricas de ração próprias. “Nós vamos agregar mais valor no nosso produto e diminuir o custo dos insumos, o que faz com que a rentabilidade e a margem de lucro fiquem maiores para os nossos produtores”, explica Nininho.

CRÉDITO E COOPERATIVAS

Um dos pilares do projeto de Nininho visa o acesso a recursos internacionais. De acordo com a Seaf, os investimentos do Banco Mundial serão aplicados nos próximos cinco anos, priorizando ações sustentáveis. Para o deputado, a organização em cooperativas é a chave para que o pequeno piscicultor acesse esses fundos. “Nosso objetivo é estruturar toda essa cadeia. A ideia é criarmos cooperativas para incluir no programa do Banco Mundial, buscando recursos a fundo perdido para apoiar o pequeno produtor”, destaca.

 

A industrialização também está no radar do parlamentar. O parlamentar defende a criação de frigoríficos com certificação federal (Sisp/Sif) para que o peixe mato-grossense alcance novos mercados. “Essa cooperativa vai tirar o selo para poder ter a inspeção federal e vender esse pescado lá fora, não somente no mercado interno, mas no externo também”, projeta Nininho.

 

INTEGRAÇÃO TÉCNICA

 

A viabilidade do plano conta com o suporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que propõe um diagnóstico de 800 propriedades para identificar gargalos tecnológicos. “O estudo vai permitir compreender as necessidades dos produtores, aprimorar a compra de insumos e desenvolver tecnologias adequadas à realidade local. O sucesso depende da integração entre pesquisa e produção”, explica o professor Márcio Hoshiba, da UFMT e integrante do Núcleo de Estudos em Pesca e Aquicultura (Nepes).

 

O presidente da Associação Mato-grossense dos Aquicultores (Aquamat), Darci Fornari, defende a integração e a verticalização da produção para aumentar a competitividade. “Temos potencial para sermos o maior produtor de peixe do Brasil. O desafio é fortalecer as cooperativas e reduzir a atuação isolada dos pequenos produtores, que representam 80% do setor. Queremos aplicar o modelo de sucesso das grandes operações também aos pequenos”, comenta.

 

 

 

PROTAGONISMO

 

Mato Grosso produziu 44,5 toneladas de peixe em 2024, com receita estimada em R$ 600 milhões, ocupando atualmente a sétima posição no ranking nacional. Para Nininho, o Estado reúne condições para recuperar o protagonismo no setor, desde que haja planejamento e políticas contínuas de apoio à produção.

 

“Mato Grosso tem os ativos necessários, água e tecnologia, mas carece de gestão integrada. Temos água em abundância e profissionais qualificados. Falta apenas organização e incentivo para retomarmos a liderança”, conclui o parlamentar.

Redação: Sérgio Ober


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