Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 04 de Marco de 2026

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Vereador Luis Costa chama a população para participar ativamente da agenda pública de nosso município



Da Redação

Na última sexta-feira (08), a prefeitura municipal de Primavera do Leste realizou uma Audiência Pública para avaliar as metas fiscais referente ao primeiro quadrimestre do ano. Na ocasião, participaram da audiência o vereador Luis Costa (PR), Juarez Barboza (PDT), junto com a assessora e o vereador Paulo Marcio (DEM). Infelizmente foram apenas estes três vereadores, junto a uma assessora e o funcionário da prefeitura que conduziu a audiência.

“A Audiência Pública avaliou o orçamento do poder executivo e do legislativo, e diante da falta da participação popular, eu fico com a sensação de tristeza e revolta. Digo isso porque existem pessoas que ficam gastando o seu tempo em grupos de WhatssApp para ficar xingando e falando mau dos vereadores, e de parte da classe política, e esses ataques são para tirar o foco do que é importante. Essa situação irá mudar porque todos os áudios destas pessoas que vem atacando esta Casa de Leis estão com o jurídico e muito em breve a conta vai chegar, será feito justiça”.  Explica o legislador.

A indagação do vereador é para alertar a população que só há mudança concreta na política quando há participação do povo nos assuntos públicos. Porque se o cidadão participa, acompanha e fiscaliza, as coisas ficam diferentes.

“Gente! Grupo de WhatssApp não vota, grupo de WatssApp não decide os rumos de nossa cidade. A oportunidade de questionar é participando realmente. Eu já disse e repito, parece que muitas pessoas não tem o que fazer e não tem sabedoria para distinguir qual é o papel do cidadão. Essa situação me deixa indignado. Algumas pessoas falam que não irão votar mais em ninguém, mas saibam que os corruptos irão estar lá, nem que seja com 10 votos e irão ganhar a eleição. O único jeito que a população tem para protestar é votar em pessoas comprometidas que querem fazer a coisa certa na gestão pública”. Questiona o vereador.

Luis Costa explica ainda que será realizada em breve uma Audiência Pública sobre a empresa Águas de Primavera e tem esperança que haja participação popular. Porque se não houver demandas, denúncias, a proposta irá se perder.

“Eu não quero me frustrar novamente. Espero que a Audiência Pública sobre a empresa Águas de Primavera tenha a participação do povo. Gente, reclamar em rede social, fazer xingamentos em grupos de WhatssApp, parece que ficou normal, mas na hora de fazer acontecer, na hora de participar das ações políticas de nosso município, momento esse que o povo tem voz e vez, não há um envolvimento. Um grupo de WhatssApp tem cerca de 250 pessoas que falam sem conhecimento, que denigre a imagem das pessoas com dignidade, e esse não é o caminho”. Explica Luis Costa.

O legislador faz menção de uma coluna de opinião do jornalista Eli Leal, em seu jornal, O Correio, em que ele questiona, onde estão as autoridades desta cidade? O questionamento do vereador diz respeito à falta de posicionamento em relação à difamação que vem ocorrendo por parte de alguns grupos políticos de nossa cidade.

“Será que vai ser preciso acontecer alguma coisa para que alguma providência seja tomada, diante de tantos xingamentos, intrigas, e corrupção. Tem pessoas que tem coragem de entrar nesta Casa de Leis, para fotografar qualquer coisa e levantar mentiras. Isso é um absurdo. Eu espero que a justiça seja feita, porque aqui não é terra de ninguém, e iremos mostrar para essas pessoas que a força popular, que o certo, que a política feita de forma concreta, dentro das leis, é nossa alternativa de mudança social”. Conclui Luis Costa.



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Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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