Primavera do Leste / MT - Sábado, 24 de Outubro de 2026

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Vereador Luis Costa é um possível candidato a prefeito de Primavera do Leste



Em entrevista ao jornal “Diário” o vereador Luis Costa, falou sobre sua possível candidatura a prefeitura de Primavera do Leste e também sobre o cenário político atual.

“É a hora de mudar, de sair desses dois grupos que sempre comandaram Primavera”  O vereador Luis Costa (PR), aparece como um dos possíveis candidatos ao pleito suplementar, bastante atuante, Luis vem se destacando pelo estilo fiscalizador. Costa deixa claro a intenção em disputar ao cargo de prefeito de Primavera, ele ressalta que tem conversado com alguns partidos políticos, e pode sim se tornar a chamada “terceira via”. Costa destaca que a candidatura seria uma opção para população que quer fugir do sistema político atual. “Eu pretendo disputar as eleições se eu conseguir viabilizar a minha candidatura, para sair do sistema político um pouco, o sistema principalmente de Primavera, em que você tem que ter dinheiro para poder disputar as eleições. Acredito que é possível fazer política para as pessoas de bem, para as pessoas que não vão se vender, para as pessoas que vão entrar com propostas de melhorias, de transparência, da aplicação correta dos recursos públicos. Acredito que a política do mal, a do passado, perde força a cada dia com tudo que está acontecendo em nosso país, por isso quero disputar e ser uma nova opção, alguém que não concorda com sistema político que está implantado em todo Brasil, quero ser a diferença”, frisou. Luis acredita que a cidade terá mais de um candidato ao cargo, devido aos bons nomes que a cidade tem. “Primavera pode ter mais de um candidato, dois ou três candidatos, ou até mesmo quatro, Primavera tem muitos nomes bons. Todas as administrações foram importantes para o município, mas acredito que é a hora de mudar, de sair desses dois grupos que sempre comandaram Primavera do Leste”. Perguntado sobre o que o faria desistir da disputa, Costa ressalta que apenas um fator o desmotiva: “a corrupção que assola todo o país, e em Primavera não é diferente. Para se ter votos em Primavera é preciso de grupos, de coligação precisa de partidos, e todos querem uma fatia do bolo, todos querem um cargo, um contrato, geralmente é assim que funciona. E depois a cidade fica na mão desse pequeno grupo, pois ajudou o candidato a ser eleito e com isso são favorecidos, isso é desmotivador, você só pode ser candidato se comprar esse apoio, isso pode me fazer desistir da disputa. O que me motiva é a vontade de fazer diferente, provar que é possível com transparência e honestidade, simplicidade, aplicando os impostos de forma correta, e mostrar para população de forma transparente. Usar os meios de comunicação para mostrar à população o que vem sendo feito com o dinheiro dela, não temos aliados e grupos, e sim estarmos focados no povo. Me acho capaz, porém, a qualidade que um político precisa meu pai me ensinou, que é não roubar o dinheiro do povo”.



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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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