Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 19 de Junho de 2026

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Polícia

Suspeita de matar amiga que cobrou satisfação sobre boatos passa por audiência de custódia e vai permanecer na prisão



Aldirene da Silva Santana, de 26 anos, disse que não se lembra do que aconteceu — Foto: Facebook/Reprodução

Aldirene da Silva Santana, de 26 anos, disse que não se lembra do que aconteceu — Foto: Facebook/Reprodução

A principal suspeita de ter assassinado Fernanda Souza, de 22 anos, com uma facada no peito, Aldirene da Silva Santana, de 26 anos, vai continuar na cadeia, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Ela teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva por determinação do juiz Wagner Plaza Machado Junior, durante audiência de custódia.

Segundo a Polícia Militar, Fernanda procurou Aldirene para tirar satisfação, já que supostamente Aldirene teria espalhado na cidade alguns boatos sobre a vítima. O G1 tenta localizar o advogado dela.

Fernanda Souza Silva, de 22 anos, foi morta durante uma briga com outras duas mulheres em Rondonópolis — Foto: Facebook/Reprodução

Fernanda Souza Silva, de 22 anos, foi morta durante uma briga com outras duas mulheres em Rondonópolis — Foto: Facebook/Reprodução

Aldirene disse à PM que estava em casa, nessa quitinete, quando foi procurada por Fernanda e uma amiga dela, Janaina Pereira Rossetti, de 34 anos.

As três mulheres começaram a discutir, até que, na versão da suspeita, Fernanda teria jogado o celular de Aldirene no chão durante essa briga e a agredido em seguida. A suspeita disse que não se lembra do que aconteceu e apenas encontrou Fernanda sangrando no chão.

Versão da testemunha

A testemunha contou que elas foram recebidas pela suspeita com uma faca na mão. Ela permaneceu armada durante toda a conversa, até que elas se exaltaram durante a discussão e Fernanda foi esfaqueada no peito.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada, mas Fernanda já havia morrido.

A suspeita foi levada à delegacia da Polícia Civil e o caso será investigado pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Após mais de 30 anos, cozinheira em quartel no Nortão reencontra filho com ajuda de policiais militares


Só Notícias/Kelvin Ramirez e Fabiano Marques (fotos: reprodução)

Uma história marcada pela esperança e pela emoção teve um desfecho feliz em União do Sul (169 km de Sinop). Após mais de 30 anos sem contato com o filho, a cozinheira do quartel da Polícia Militar no município, dona Júlia, conseguiu reencontrar o familiar graças ao trabalho realizado por policiais da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Agência Local de Inteligência de Sinop.

Muito querida pelos militares da unidade, dona Júlia convivia há décadas com o desejo de reencontrar o filho, de quem havia perdido contato ao longo da vida. Sensibilizados com a situação, os policiais militares de Sinop, durante diligências em União do Sul, decidiram unir esforços para tentar localizar o paradeiro dele.

A equipe iniciou uma série de diligências, utilizando ferramentas de inteligência, consultas em sistemas, levantamentos de informações e diversos contatos telefônicos em busca de pistas que pudessem levar ao paradeiro do homem. Após semanas de trabalho e inúmeras verificações, os policiais conseguiram identificar e localizar o filho de dona Júlia na cidade de Itatiba, no interior de São Paulo, a cerca de 80 quilômetros da capital paulista.

Em vídeo divulgado pela corporação, dona Júlia aparece emocionada ao falar sobre a realização do sonho de reencontrar o filho após tantos anos de separação. Já o filho, identificado como Herbert, atualmente com 40 anos, também agradeceu o empenho dos militares e destacou a importância da atuação da equipe para tornar possível o reencontro. Ele ainda agradeceu nominalmente aos policiais envolvidos na busca pelo apoio prestado.

 


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