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Homem mata irmã, confessa crime à mãe e corpo é encontrado nu em região de mata em MT, diz PM



O corpo de Deise Beatriz de Arruda, de 41 anos, foi encontrado em uma região de mata — Foto: PM/Divulgação

O corpo de Deise Beatriz de Arruda, de 41 anos, foi encontrado em uma região de mata — Foto: PM/Divulgação

A polícia localizou, na terça-feira (6), em uma região de mata em Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá, o corpo de Deise Beatriz de Arruda, de 41 anos, que estava desaparecida. Segundo a Polícia Militar, a mãe da vítima procurou os policiais e afirmou que o filho, que não teve a identidade divulgada, confessou o crime e fugiu de casa.

À polícia, a mulher contou que a filha estava desaparecida desde a segunda-feira (5).

O corpo de Deise foi encontrado sem roupa na mata já em estado de decomposição. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e encaminhou o corpo para perícia.

De acordo com a PM, a mãe contou ainda que, em outras ocasiões, o filho havia tentado estuprar a irmã. Antes de fugir, o homem teria tentado se matar. Ele é procurado pela polícia.

As causas da morte ainda devem ser apuradas e divulgadas em um laudo. O documento também deve apontar se houe violência sexual.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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