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Marido é assassinado, mulher é ferida e suspeito é morto em confronto com a polícia



Dois homens atiraram contra um casal e entraram em confronto com policiais militares em Várzea Grande (Foto: Polícia Militar de MT)

Dois homens atiraram contra um casal e entraram em confronto com policiais militares em Várzea Grande (Foto: Polícia Militar de MT)

Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas na noite dessa segunda-feira (13) no Bairro Jardim Potiguar, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A situação ocorreu quando dois homens atiraram contra um casal e entraram em confronto com policiais militares em seguida.

Uma mulher, identificada como Elza das Dores Mota, de 41 anos, ficou ferida. O marido dela foi assassinado pelos suspeitos. Um dos homens que atirou contra o casal foi morto no confronto com a polícia. Um policial também acabou baleado.

Em um primeiro momento, a polícia foi informada sobre um homicídio em um barraco, na Rua Santa Helena, no Bairro Jardim Potiguar. O local seria um ponto de venda de droga.

O homem foi encontrado já sem vida deitado em uma casa. Elza estava sentada em uma cadeira, ferida na perna.

Ela explicou aos policiais que dois homens chegaram até o local e dispararam contra eles. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito da primeira vítima e encaminhou a mulher ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG).

Confronto

Momentos após o homicídio, a PM localizou os suspeitos no mesmo bairro no carro citado pela vítima. O passageiro do automóvel disparou contra os policiais e houve confronto.

Um policial foi baleado na mão esquerda e teve o dedo polegar arrancado. O assaltante que atirou acabou atingido por disparos. Outra viatura da PM chegou ao local e abordou o segundo assaltante, que também foi baleado.

Duas armas que estavam com os suspeitos foram apreendidas (Foto: Polícia Militar de MT)

Duas armas que estavam com os suspeitos foram apreendidas (Foto: Polícia Militar de MT)

O policial e os dois suspeitos foram socorridos ao PSMVG. O militar foi submetido a um procedimento cirúrgico e está fora de risco. O suspeito, identificado como Huemerson Viana dos Reis, de 26 anos, morreu durante o socorro.

O segundo suspeito, Vancley dos Santos e Silva, de 18 anos, está internado.

Duas armas que estavam com os suspeitos foram entregues à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deve apurar as duas situações.

Conforme a polícia, Huemerson tinha 11 antecedentes criminais. Vancley tem 14 registros criminais.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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