Primavera do Leste / MT - Sábado, 17 de Janeiro de 2026

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Marido é assassinado, mulher é ferida e suspeito é morto em confronto com a polícia



Dois homens atiraram contra um casal e entraram em confronto com policiais militares em Várzea Grande (Foto: Polícia Militar de MT)

Dois homens atiraram contra um casal e entraram em confronto com policiais militares em Várzea Grande (Foto: Polícia Militar de MT)

Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas na noite dessa segunda-feira (13) no Bairro Jardim Potiguar, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A situação ocorreu quando dois homens atiraram contra um casal e entraram em confronto com policiais militares em seguida.

Uma mulher, identificada como Elza das Dores Mota, de 41 anos, ficou ferida. O marido dela foi assassinado pelos suspeitos. Um dos homens que atirou contra o casal foi morto no confronto com a polícia. Um policial também acabou baleado.

Em um primeiro momento, a polícia foi informada sobre um homicídio em um barraco, na Rua Santa Helena, no Bairro Jardim Potiguar. O local seria um ponto de venda de droga.

O homem foi encontrado já sem vida deitado em uma casa. Elza estava sentada em uma cadeira, ferida na perna.

Ela explicou aos policiais que dois homens chegaram até o local e dispararam contra eles. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito da primeira vítima e encaminhou a mulher ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG).

Confronto

Momentos após o homicídio, a PM localizou os suspeitos no mesmo bairro no carro citado pela vítima. O passageiro do automóvel disparou contra os policiais e houve confronto.

Um policial foi baleado na mão esquerda e teve o dedo polegar arrancado. O assaltante que atirou acabou atingido por disparos. Outra viatura da PM chegou ao local e abordou o segundo assaltante, que também foi baleado.

Duas armas que estavam com os suspeitos foram apreendidas (Foto: Polícia Militar de MT)

Duas armas que estavam com os suspeitos foram apreendidas (Foto: Polícia Militar de MT)

O policial e os dois suspeitos foram socorridos ao PSMVG. O militar foi submetido a um procedimento cirúrgico e está fora de risco. O suspeito, identificado como Huemerson Viana dos Reis, de 26 anos, morreu durante o socorro.

O segundo suspeito, Vancley dos Santos e Silva, de 18 anos, está internado.

Duas armas que estavam com os suspeitos foram entregues à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deve apurar as duas situações.

Conforme a polícia, Huemerson tinha 11 antecedentes criminais. Vancley tem 14 registros criminais.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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