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Operação cumpre 56 mandados contra organização criminosa que atuava em Primavera do Leste



Uma operação com objetivo de dar cumprimento a 56 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão foi deflagrada pela Polícia Judiciária Civil de Primavera do Leste, na manhã desta sexta-feira (29.09). A operação denominada “Conectados” tem como alvo uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, associação para o tráfico, além de roubos e homicídios.

O trabalho foi deflagrado nas primeiras horas da manhã, contando com 41 policiais civis e 9 viaturas, visando dar cumprimento às ordens judiciais, sendo 35 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos em Primavera do Leste, Água Boa, Poxoréu, Paranatinga, Rondonópolis, Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo a delegada, Anamaria Machado Costa, a ação é originaria de três operações e por isso a grande quantidade de alvos. O trabalho visa desarticular uma organização criminosa envolvida com de tráfico de drogas, roubos e homicídios que atuava em Primavera do Leste, cujas ordens para a prática dos crimes vinham de Cuiabá e Várzea Grande.

“Através de mais de um ano de investigações, conseguimos fazer a conexão entre os integrantes da organização criminosa, analisando vários fatores de como a facção atuava, de como era o funcionamento de caixa e o tratamento para membros que não obedeciam as ordens dos líderes”, destacou a delegada.

Anamaria esclarece que a operação “Conectados” não é uma continuidade da operação “Panópticos”, deflagrada na quinta-feira (28), pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e que cumpriu mandados em oito cidades do Estado.

“É uma operação independente, resultado de investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Primavera do Leste, que gerou três operações, identificando a atuação da facção criminosa em outras regiões do Estado”, explica.

Até momento, já foram cumpridos todos os mandados de busca e apreensão e 32 de prisão preventiva. A delegada esclarece que a operação só foi possível graças à agilidade da Promotoria de Justiça e Poder Judiciário, na expedição dos mandados.

“Agradeço ao juiz Alexandre Delicato Sampado e ao Promotor Adriano Roberto, assim como ao delegado regional, Rafael Fossari e todos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), Delegacia Regional, Núcleo de Inteligencia e equipes das Delegacia das cidades em que os mandados foram cumpridos, que tornaram possível o sucesso da operação” disse.

Da Assessoria da PJC



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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