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Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão em Primavera do Leste



Da Redação

Hoje pela manhã, 14, duas equipes da Polícia Federal (PF) cumprem mandados de busca e apreensão em duas empresas da cidade. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essa ação faz parte da Operação Malbolge que investiga desvio e lavagem de dinheiro público por meio de factorings clandestinas. Não há mandados de prisão.

A operação foi deflagrada após a delação do ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB). Em média de 270 policiais federais e membros do Ministério Público Federal (MPF) participam da ação que está sendo realizada nas seguintes cidades: Primavera do Leste (MT), Cuiabá (MT), Rondonópolis (MT), Araputanga (MT), Pontes e Lacerda (MT), Tangará da Serra (MT), Juara (MT), Sorriso (MT), Sinop (MT), Brasília e São Paulo.

Em nota, a concessionária Morro da Mesa informa que: “nestes mais de cinco anos de concessão a empresa sempre priorizou a transparência na prestação de nossos serviços, e todos os documentos foram disponibilizados à Justiça. Acreditamos na justiça e sabemos que em breve a situação será resolvida e todos saberão a verdade real. Até lá, continuaremos prestando nossos serviços com a mesma responsabilidade e qualidade de sempre”, esclarece.



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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