Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Polícia

CV decapita homem e enterra corpo separado da cabeça em Sorriso



Corpo de Eleandro Brandino, 27, foi encontrado enterrado em um terreno às margens da BR-163, no bairro Benjamin Raiser, em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), no começo da noite de quinta-feira (18). Vítima teve a cabeça arrancada pelos criminosos. Dois adolescentes apreendidos confessaram o crime e disseram que Eleandro estava passando informações do Comando Vermelho (CV) para o Primeiro Comando da Capital (PCC).

 

 

 

Conforme apurado pelo , a primeira denúncia chegou por volta das 17h e relatava que um homicídio teria acontecido aos fundos de uma concessionária durante a madrugada. Vítima teria sido decapitada e que os autores do crime estavam em um Corsa branco.

 

 

 

Com base nas informações, a polícia foi até o local indicado e encontrou uma poça de sangue, um boné preto e vermelho, além de um par de chinelos. Em diligências, os policiais conseguiram encontrar o veículo usado no crime em uma das ruas da cidade.

 

 

 

Eles fizeram monitoramento e flagraram dois homens, que saíram do carro e foram até um bar. Com apoio da Força Tática, eles foram abordados e a polícia constatou que são dois adolescentes, de 14 e 16 anos. Questionados sobre o crime, confessaram a participação e disseram ainda contaram com a ajuda de outro rapaz.

 

 

 

Em rondas, o terceiro suspeito – já identificado – não foi localizado. Os menores indicaram onde o corpo foi enterrado. No matagal, a polícia conseguiu localizar o corpo enterrado em uma cova rasa, sem a cabeça. Ela só foi encontrada, também enterrada, cerca de 13 metros da primeira cova. 

 

No bolso da calça da vítima estava uma carteira com todos os seus documentos, o que ajudou na identificação. A dupla contou aos policiais que o crime encomendado após o CV descobrir que a vítima estava passando informações da facção para o PCC. Caso é investigado.Corpo de Eleandro Brandino, 27, foi encontrado enterrado em um terreno às margens da BR-163, no bairro Benjamin Raiser, em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), no começo da noite de quinta-feira (18). Vítima teve a cabeça arrancada pelos criminosos. Dois adolescentes apreendidos confessaram o crime e disseram que Eleandro estava passando informações do Comando Vermelho (CV) para o Primeiro Comando da Capital (PCC).

 

Conforme apurado pelo , a primeira denúncia chegou por volta das 17h e relatava que um homicídio teria acontecido aos fundos de uma concessionária durante a madrugada. Vítima teria sido decapitada e que os autores do crime estavam em um Corsa branco.

 

Com base nas informações, a polícia foi até o local indicado e encontrou uma poça de sangue, um boné preto e vermelho, além de um par de chinelos. Em diligências, os policiais conseguiram encontrar o veículo usado no crime em uma das ruas da cidade.

 

Eles fizeram monitoramento e flagraram dois homens, que saíram do carro e foram até um bar. Com apoio da Força Tática, eles foram abordados e a polícia constatou que são dois adolescentes, de 14 e 16 anos. Questionados sobre o crime, confessaram a participação e disseram ainda contaram com a ajuda de outro rapaz.

 

Em rondas, o terceiro suspeito – já identificado – não foi localizado. Os menores indicaram onde o corpo foi enterrado. No matagal, a polícia conseguiu localizar o corpo enterrado em uma cova rasa, sem a cabeça. Ela só foi encontrada, também enterrada, cerca de 13 metros da primeira cova. 

 

No bolso da calça da vítima estava uma carteira com todos os seus documentos, o que ajudou na identificação. A dupla contou aos policiais que o crime encomendado após o CV descobrir que a vítima estava passando informações da facção para o PCC. Caso é investigado.



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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