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Polícia

Justiça converte em preventiva prisão de tio que confessou ter estuprado a sobrinha de 6 anos



A Justiça converteu para preventiva a prisão de um suspeito de estuprar a sobrinha dele de 6 anos de idade, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, no último sábado (5).

Gelson Costa Marques, de 27 anos, confessou à polícia ter cometido o crime e foi preso, na segunda-feira (7).

De acordo com a equipe de cirurgia pediátrica do Pronto Socorro de Cuiabá, a vítima, que é filha do irmão de Gerson, teve lacerações e lesões no órgão genital e precisou passar por duas cirurgias no domingo (6).

A criança foi abandonada em um terreno baldio pelo tio, após o estupro. Segundo o delegado Cláudio Alvares Santana, da Delegacia Especializada do Idoso, Criança e Adolescente, o homem apenas fugiu do local porque acreditou que a menina estivesse morta.

“A criança afirmou para a mãe que a o tio apertou o seu opescoço e ela dormiu. Achando que ela estava morta, ele abandonou a menina no terreno baldio e voltou para a residência, como se nada tivesse acontecido”, disse.

Segundo o delegado, durante todo o depoimento, Gelson não mostrou arrependimento.

“Ele confessou o crime de maneira fria”, afirmou.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil e a vítima está internada no Pronto Socorro da capital.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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