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Funcionário público é encontrado morto com pés e mãos amarrados



O corpo de um homem identificado como Adailton Rodrigues Ramos de 44 anos, conhecido como ‘Tieta’ foi encontrado na residência em que morava no Jardim Violeta, na noite desta quarta-feira (10), em Rondonópolis (MT). Conforme informações, a vítima que era funcionário público da Secretaria de Saúde foi encontrada com os pés e mãos amarrados.

Familiares relataram para a Polícia Militar (PM) que vítima estava desaparecida desde domingo (7). Diante da situação a família foi até a casa da vítima e sentiram um forte odor. A PM foi acionada e verificou que o corpo já estava em processo de putrefação.

Ainda conforme informações, a porta dos fundos da casa estava aberta. Ao visualizar o corpo a Polícia percebeu vestígios de morte violenta.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para maiores investigações e o motivo do crime segue sendo apurado.

Fonte: AgoraMT



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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