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Quadrilha faz moradores reféns, explode caixas e cofres de 2 bancos



Quadrilha invadiu dois bancos em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Divulgação)

Quadrilha invadiu dois bancos em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Divulgação)

Uma quadrilha atacou duas agências bancárias na madrugada desta quinta-feira (23) em Denise, a 208 km de Cuiabá. Segundo informações da Polícia Militar, entre 15 a 17 homens armados participaram do assalto. Eles explodiram caixas eletrônicos, cofres e fugiram.

Assaltantes usaram marretas para quebrar a porta de vidro das agências em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Divulgação)

Assaltantes usaram marretas para quebrar a porta de vidro das agências em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Divulgação)

Imagens divulgadas pela PM mostram homens com fuzis, todos encapuzados, no interior de dois bancos da cidade. Eles conseguiram explodir terminais bancários que ficam na parte da frente das agências e também entraram nos setores onde ficam os cofres.

Moradores foram feitos reféns e levados para dentro da agência em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Assessoria)

Moradores foram feitos reféns e levados para dentro da agência em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Assessoria)

De acordo com a PM, os assaltantes usavam rádios comunicadores entre eles. Os assaltantes usaram marretas para quebrar a porta de vidro das agências. Alguns moradores foram feitos reféns e colocados dentro dos bancos. Ninguém se feriu.

Quadrilha também conseguiu entrar no interior das agências em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Divulgação)

Quadrilha também conseguiu entrar no interior das agências em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Divulgação)

Policiais militares ouviram disparos e explosões de dentro das agências. Um pedido de reforço de segurança foi feito para forças policiais das cidades vizinhas.

Agências ficaram destruídas após ataque de quadrilha em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Assessoria)

Agências ficaram destruídas após ataque de quadrilha em Denise (Foto: Polícia Militar de MT/Assessoria)

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) também foi chamado até a cidade. Ainda não há informações do valor levado pela quadrilha.

Dois veículos usados pelos assaltantes foram abandonados perto de uma usina na saída para a cidade de Barra do Bugres, 169 km de Cuiabá. Nenhuma pessoa foi presa até o início desta manhã.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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