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Polícia

Homem é preso e confessa ter matado mulher com 17 facadas após programa sexual



Um homem foi preso nesse sábado (2) suspeito de ter assassinado uma mulher a facadas no mês de outubro, em Cuiabá. De acordo com a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Sílvio Pinto confessou que matou Glaúcia Pereira de Castro, de 26 anos, depois de desentendimento após um programa sexual na casa dele.

Segundo a DHPP, Silvio estava com a prisão preventiva decretada pelo assassinato. Ele foi localizado em uma área de chácaras, na zona rural de Cuiabá.

Em interrogatório, conduzido pelo delegado Alexandre Vicente, Silvio confessou o assassinato da vítima, ocorrido no dia 08 de outubro de 2017, no bairro Jardim Florianópolis.

Conforme o delegado, ele confessou em detalhes, demonstrando frieza. Silvio disse que a vítima o tinha procurado para um programa sexual. Depois, ele acertou o pagamento e ela foi embora. A vítima teria retornado depois pedindo mais dinheiro.

Ainda de acordo com a DHPP, houve uma discussão e ele acabou esfaqueando a vítima. Silvio tomou banho, se arrumou e deixou o corpo da vítima trancado na casa.

Gláucia era usuária de drogas e tinha passagens pela polícia, entre os anos de 2010 a 2017. Ela praticava furtos e roubos para sustentar a dependência química, segundo a DHPP.

Na ocasião do crime, a DHPP encontrou a vítima morta dentro de um cômodo com várias perfurações de faca pelo corpo. A casa estava trancada pelo lado de fora. O corpo da mulher foi localizado pelo casal de filhos do suspeito Sílvio. Ele contaram aos policiais que tinham a chave e foram até o imóvel para usar a máquina de lavar roupa.

O suspeito foi encaminhado a uma unidade prisional de Cuiabá. Ele responderá por homicídio qualificado.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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