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Presos fazem colegas reféns e 5 detentos ficam feridos após tumulto em cadeia



Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis (Foto: Portal Campo Novo)

Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis (Foto: Portal Campo Novo)

Presos da Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá, provocaram um tumulto na unidade durante o final de semana. Cinco presos ficaram feridos no tumulto. A situação ocorreu no domingo (5) e foi divulgada nessa segunda-feira (6).

De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso (Sejudh-MT), um grupo de 20 presos segurou e arrastou outros quatro internos da ala evangélica como reféns para a cela 5.

Segundo a Sejudh, os presos tentaram realizar um motim durante o encerramento do horário de visita.

Ao ouvir os pedidos de socorro dos reféns, os agentes penitenciários providenciaram a tranca dos demais presos e a saída dos visitantes em segurança.

Os agentes ouviram que uma pessoa refém havia sido esfaqueada. Os servidores tentaram entrar, mas os presos colocaram colchões na grade e trancaram o portão.

O tumulto foi controlado e o preso ferido foi conduzido por uma ambulância ao hospital da cidade.

Ainda conforme a Sejudh, o preso teve apenas ferimentos superficiais. O quadro de saúde é estável e ele já retornou à unidade. Outros quatro presos do grupo que causou o tumulto também tiveram ferimentos em decorrência da contenção feita pelos agentes e foram atendidos e medicados.

Os 20 presos envolvidos no motim foram levados para a cela de triagem e serão ouvidos pelo delegado da Polícia Civil. Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia.

Todos os envolvidos na tentativa de motim responderão a um procedimento disciplinar aberto pela unidade prisional.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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