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Polícia

Dois jovens são executados a tiros



Dois jovens foram executados a tiros na madrugada desta segunda-feira (16) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Os corpos das vítimas foram encontrados em uma rua e na calçada do Bairro Ouro Verde.

Até a manhã desta segunda-feira nenhuma pessoa havia sido presa ou identificada por envolvimento no duplo homicídio. Também não há informações sobre o motivo do crime.

Os jovens foram identificados como Devair de Oliveira, de 28 anos, e Luciano Silva, de 23 anos. Havia uma motocicleta ao lado das vítimas. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi chamada e deve apurar o caso.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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