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Polícia

Menina de 11 anos e irmão de 17 são apreendidos vendendo droga



Uma menina de 11 anos e o irmão dela, de 17 anos, foram apreendidos na noite dessa segunda-feira (11) suspeitos de venderem droga em Sorriso, a 420 km de Cuiabá.

Segundo a polícia, eles estavam com porções de maconha e pasta base de cocaína.

A apreensão foi feita após denúncia anônima de moradores do Bairro Mário Raiter. Com eles foram encontradas cinco trouxinhas de maconha e pasta base de cocaína e ainda cerca de R$ 300 em dinheiro trocado.

Para a polícia, o irmão mais velho disse que estava vendendo cada trouxinha por R$ 10. Os dois irmãos e droga foram conduzidos para a delegacia da Polícia Civil.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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