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Polícia

Agentes da Cadeia Pública conseguem inibir ação de criminosos tentando jogar objetos ilícitos aos detentos



Da Redação

Após dias de levantamentos e investigações de que indivíduos tentariam jogar objetos ilícitos, a direção da Unidade da Cadeia Pública de Primavera do Leste, reuniu sua equipe e após campana, foi possível flagrar o suspeito que já teria arremessado uma linha de anzol por cima do muro da unidade e já estava amarrando os objetos.

A equipe de agentes conseguiu pegar o suspeitos , um deles nas proximidades da Cadeia Pública e o outro na sua residência, pois a equipe já tinha o nome é endereço dos elementos, por isso conseguiu chegar rapidamente no segundo suspeito.

Entre os objetos ilícitos também foi aprendido Substância aparentando ser maconha e uma quantidade de Durapox que seria usado para tampar os buracos usados para guardar os celulares e dificultar a localização pelos agentes. A Direção esclarece que as investigações continuam e agradece a população que sempre vem ajudando com denúncias.

 



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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