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Mulher que estava desaparecida é encontrada morta em rio e irmãos são presos suspeitos do crime



A mulher que estava desaparecida há dois dias em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, ao sair para ir a igreja, foi encontrada morta na tarde dessa terça-feira (9) no Rio Vermelho. A família de Rosineide Maria de Souza, de 45 anos, registrou um boletim de ocorrência no domingo (7) para denunciar o desaparecimento. Duas pessoas foram presas na madrugada desta quarta-feira (10).

De acordo com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, o crime teria motivações passionais. Foram presos os irmãos Valdomiro Vieira da Silva, de 40 anos, e Valdeci Vieira da Silva, de 46 anos. Valdeci é ex-companheiro da vítima e confessou o crime. O irmão dele teria ajudado a sumir com o corpo e a motocicleta de Rosineide.

Segundo a DHPP, Rosineide foi dada como desaparecida e acabou localizada no Rio Vermelho, na tarde de terça-feira. Pescadores que estavam na região encontraram o corpo dela, coberto por um saco, e chamaram a polícia. Uma equipe do Corpo de Bombeiros deu apoio na retirada do corpo da vítima.

Durante a madrugada, segundo a DHPP, investigações levaram à prisão de dois suspeitos que cometeram o homicídio. Um dos suspeitos disse, inicialmente, que enforcou Rosineide, deu golpes na cabeça dela e em seguida jogou o corpo no rio.

O caso

De acordo com o boletim de ocorrência, Rosineide saiu de casa às 18h (horário de Mato Grosso) do último domingo. Ela teria saído de motocicleta e não retornou para casa.

Segundo a polícia, a filha da vítima denunciou também que a mãe teve um relacionamento conturbado e que ela chegou a ser agredida pelo ex-companheiro.

O ex-namorado de Rosineide, de acordo com o relato da filha à polícia, teria dito a ela que a mataria, caso ela se envolvesse em outro relacionamento amoroso.

Nas redes sociais, a família divulgou fotos de Rosineide para tentar localizá-la.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

Mulher confessa homicídio do esposo e mistério termina sobre desaparecimento


O delegado Flávio Leonardo, responsável pela investigação do desaparecimento de Edvan Moreira, falou sobre o homicídio e forneceu atualizações cruciais sobre o caso. O que inicialmente parecia um mistério envolvendo o sumiço de Edvan, ganhou novos contornos após intensas diligências e avanços nas investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Edvan Moreira, residente em uma fazenda a aproximadamente 50 km do centro de Canarana, teria saído para cidade no dia 7, conforme relatos iniciais. No entanto, a descoberta da motocicleta da vítima na própria fazenda, em uma área de mata a cerca de 5 km de distância, levantou suspeitas sobre o desaparecimento.

“Localizamos a motocicleta da vítima em uma área de mata próxima à fazenda onde trabalhava. No entanto, estava claramente evidente que ela havia sido deliberadamente jogada em um rio para dificultar sua localização”, explicou o delegado Flavio Leonardo.

A reviravolta no caso ocorreu quando a esposa de Edvan, após ser submetida a uma nova entrevista como parte das investigações, confessou o homicídio. Ela admitiu ter disparado três tiros contra o marido, ocultando seu corpo e a motocicleta em locais distintos, distanciados da fazenda.

“Após a execução do homicídio, a suspeita utilizou uma máquina para transportar a motocicleta de Edvan e seu corpo para locais distantes da propriedade, em uma tentativa de dificultar a descoberta”, acrescentou o delegado.

A colaboração da esposa de Edvan foi fundamental para a identificação do local onde o corpo foi ocultado. As autoridades realizaram uma inspeção no local indicado, que foi confirmado pela Polícia Técnico-Científica como o local do crime.

Além disso, a polícia está investigando a possibilidade de que a suspeita tenha recebido ajuda para ocultar os objetos e o corpo da vítima, dadas as características do local de descarte da motocicleta.

A arma do crime, uma espingarda, foi apreendida pela polícia como parte das evidências. Agora, as autoridades conduzirão exames de DNA para confirmar a identidade do corpo encontrado e prosseguirão com as acusações de ocultação de cadáver e homicídio contra a esposa de Edvan.

O delegado Flávio Leonardo encerrou a coletiva reiterando o compromisso da Polícia Civil em buscar a verdade e garantir que a justiça seja feita para Edvan Moreira e sua família. O caso continua em andamento, com as autoridades empenhadas em esclarecer todos os detalhes e possíveis cúmplices envolvidos nesse trágico desfecho.

Araguaia FM


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