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Mãe mandava garota de 13 anos tomar banho para padrasto estuprá-la



A Polícia Militar prendeu A.C.V., 41 anos, e T.O.C., 37 anos – padrasto e mãe de uma menor de 13 anos, que chamou a polícia relatando ser estuprada pelo homem há pelo menos três anos. O último caso aconteceu no bairro Tijucal, em Cuiabá, na noite deste domingo (4).

A garota fugiu de casa, por volta das 19h, e foi para uma quadra de esportes do bairro, de onde acionou a polícia com ajuda de uma conhecida. Ela afirmou ter sido tocada nos seios e vagina pelo criminoso.

Aos policiais, a garota relatou que vinha sofrendo abusos sexuais há três anos, desde quando passou a morar com a mãe. O padrasto seria o agressor.

A vítima também afirmou que a mãe consentia com os abusos. Em determinada vez, a mãe foi até o quarto dela e a mandou tomar banho. Depois disso, o padrasto entrou no quarto e estuprou a menor.

Segundo a garota, sempre que relatava os abusos para a mãe, acabava sendo espancada.

Diante da gravidade da denúncia, os policiais foram até a casa e localizaram a mãe e o padrasto.

A mulher disse que agrediu a filha sim, porém, como corretivo devido à rebeldia dela. Já o padrasto negou abusar sexualmente da menor.

Ambos foram algemados e encaminhados para a Central de Flagrantes (Cisc), do bairro Planalto.

O Conselho Tutelar acompanhou a menor.

A Polícia Civil investiga o caso por meio da Delegacia Especializada de Defesa dos direitos da Criança e Adolescente (DEDDICA).

Fonte: Repórter MT



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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