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Avião com 150 kg de maconha faz pouso forçado em fazenda, piloto alega que foi sequestrado e é preso em MT



Um avião carregado de maconha fez um pouso forçado em uma fazenda nessa terça-feira (17) na região de Jaciara, a 142 km de Cuiabá. Segundo informações da Polícia Militar, o piloto e um passageiro estavam na aeronave. Houve tiroteio entre os suspeitos e o piloto acabou detido.

Dentro da aeronave os policiais encontraram 132 tabletes de maconha guardados em várias mochilas.

O piloto alegou à PM ter sido sequestrado e obrigado realizar o transporte da droga. Também disse que não conhecia o suspeito. O passageiro conseguiu fugir e não foi localizado.

Os policiais encontraram seis malas com 132 tabletes que, segundo o piloto, seria maconha (Foto: Polícia Militar de MT)

Os policiais encontraram seis malas com 132 tabletes que, segundo o piloto, seria maconha (Foto: Polícia Militar de MT)

O piloto e a droga foram encaminhados para a Polícia Federal de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

A PF informou ao G1 que a droga foi pesada em 149 kg de maconha. No entanto, outra mochila foi encontrada na aeronave e a quantidade pode ser superior a 150 kg de droga.

Pouso em fazenda

Os policiais militares receberam uma informação de que um avião monomotor teria feito um pouso em uma fazenda a 10 km de Jaciara e que os dois ocupantes procuraram por combustível na região. Eles conseguiram decolar e saíram do local antes da chegada da polícia.

Enquanto a polícia estava nessa propriedade, os militares receberam outra informação de que o avião havia feito um outro pouso forçado em uma fazenda a 40 km de Jaciara.

 

 

 

 

O piloto e a droga foram encaminhados para a Polícia Federal de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá (Foto: Polícia Militar de MT)

O proprietário contou aos policiais que a aeronave pousou nos fundos da fazenda e que os ocupantes começaram a retirar objetos de dentro do avião, escondendo em uma mata próxima ao local do pouso.

A PM encontrou o local do pouso e viu os dois suspeitos e apenas o piloto se rendeu. O passageiro, que estava armado, resistiu à abordagem e começou a fugir. Houve tiroteio entre o suspeito e os policiais em meio à região da mata.

As buscas pelo suspeito se estenderam por 200 metros nessa mata, mas ele não foi encontrado. Apenas os sapatos dele foram achados em meio a lama de um terreno pantanoso.

Os policiais encontraram seis malas com 132 tabletes que, segundo o piloto, seria maconha.

O piloto foi detido e levado para a delegacia da PF em Rondonópolis. A PF informou que ele foi preso por tráfico de drogas e encaminhado para a Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, a Mata Grande.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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