Primavera do Leste / MT - Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Mulher é agredida pelo namorado com golpes de machado na cabeça enquanto dormia em Primavera do Leste



Uma mulher foi agredida com golpes de machado na cabeça enquanto dormia, no sábado (23), na casa da mãe dela, em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá.

A vítima, de 39 anos, foi atingida por dois golpes na cabeça e sobreviveu. Ela se recupera da agressão em casa. A mulher, que não quer se identificar, viveu um relacionamento onde o medo era constante.

“Foram 7 meses de muita ameaça”, afirmou.

Mulher é agredida a golpes de machado na região de Primavera

Mulher é agredida a golpes de machado na região de Primavera

Ela morava com o namorado em uma fazenda que fica no limite entre Primavera do Leste e Poxoréu, sudeste do estado. Na madrugada do último sábado, enquanto estava dormindo, foi agredida por ele com dois golpes de machado. Ele invadiu a casa da mãe dela e entrou no quarto onde elas dormiam.

“Ele veio e me golpeou com o machado. Eu pensei que eu ia morrer, que hoje eu não estaria aqui. Foi Deus que colocou a mão sobre mim”, declarou.

De sábado até esta segunda-feira (25) a PM da cidade atendeu 5 casos de mulheres que estavam sendo ameaçadas ou agredidas pelos companheiros. Dessas situações, em 4 os suspeitos foram detidos e levados para a delegacia

A Polícia Civil já identificou o suspeito de agredir a mulher com golpes de machado, mas ele não foi preso.

Dados

Em cinco meses, 38 mulheres foram assassinadas em Mato Grosso. A maioria por crime passional. Dentre os homicídios registrados, 60% teve motivação passional, 10% por envolvimento com drogas, 3% por vingança, 3% por rixa e 8% por outros movitos. O restante dos casos, segundo os dados, ainda estão sendo apurados.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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