Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 01 de Janeiro de 2026

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Acidente em aldeia mata 3 índios e deixa indígena de 100 anos ferido



Três indígenas morreram na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Três indígenas morreram na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Três indígenas morreram em um acidente na noite dessa quarta-feira (31) na MT-235 em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, o acidente envolveu uma caminhonete, um caminhão e um carro.

Morreram no acidente uma índia, de 8 anos, Raimundo Zoinazokae, de 60 anos, e Ednalva Kalomizore, de 26 anos.

Batida entre caminhonetes matou índia de 8 anos e dois índios de 26 e 60 anos em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Batida entre caminhonetes matou índia de 8 anos e dois índios de 26 e 60 anos em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

O acidente ocorreu às 18h45 no dentro da reserva indígena, na entrada da aldeia Quatro Cachoeiras,

De acordo com a Polícia Civil, Adriano Zenozokemae, de 100 anos, era o motorista da caminhonete onde todos os indígenas estavam. Apenas ele e outro motorista sobreviveram e foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O terceiro condutor não se feriu.

O acidente envolveu a caminhonete dos indígenas, uma caminhonete Montana e um carro, modelo UP.

Segundo testemunhas, as vítimas da caminhonete estavam voltando da cidade de Campos de Júlio, a 692 km de Cuiabá, para Tangará da Serra, a 242 km da capital, quando encontraram a Montana na contramão na estrada.

Três indígenas morreram em um acidente na noite dessa quarta-feira (31) na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Três indígenas morreram em um acidente na noite dessa quarta-feira (31) na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

O motorista tentou evitar o acidente, mas não conseguiu bateu na porta da Montana, que também atingiu a traseira do UP. O terceiro veículo estava parado no acostamento pois o condutor havia parado para fazer xixi.

Dois dos indígenas estavam na carroceria da caminhonete e foram arremessados. Um boletim de ocorrência foi registrado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) na direção de veículo. O acidente será investigado pela Polícia Civil.

O indígena de 100 anos está internado no Centro Hospitalar Parecis Euclídes, em Campo Novo do Parecis.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Bombeiros acham uma das vítimas de naufrágio no Manso


Um dos corpos de vítimas de naufrágio no lago do Manso foi localizado na tarde desta quarta-feira (31) e está em processo de resgate. O Corpo de Bombeiros comunicou a localização por volta de 15h, no quarto dia de buscas deste que a lancha em que estavam, afundou no Lago do Manso, no domingo (28). As buscas continuam para achar o segundo ocupante da lancha naufragada.

 

Segundo informações oficiais, o corpo foi visualizado e as equipes estão, no momento, realizando o processo de resgate e retirada das águas. Ainda não há confirmação de vítima encontrada é o piloto Vando Celso de Almeida, 64, ou o turista Lucas Yerdliska. A princípio, a nota do Corpo de Bombeiros dizia sobre dois corpos achados, mas posteriormente foi corrigido se tratar de apenas um.

 

As circunstâncias exatas do encontro do corpo ainda não foram divulgadas. O Corpo de Bombeiros disse que outras informações sobre a operação serão repassadas posteriormente.

 

O acidente mobilizou diversas frentes de resgate ao longo dos últimos quatro dias, em uma área de difícil visibilidade no reservatório.

 

Além dos dois homens, estavam na embarcação Carol Mazzaron e seus dos filhos pequenos. Os 3 foram resgatados ainda no domingo.

 

O acidente

A lancha virou por volta das 19h30 de domingo, após ser atingida por um vendaval repentino que formou ondas altas. Estavam na embarcação um casal, dois filhos pequenos e o piloto.

 

A mãe, Camila Mazzaron, e o bebê de menos de dois anos foram resgatados ainda na noite de domingo. O filho mais velho do casal, que usava colete salva-vidas, conseguiu nadar até a margem e pedir ajuda a moradores da região.

 

Em relato, a sobrevivente, que é moradora de Arapongas (PR), afirmou que o céu estava limpo e a água calma no momento em que saíram, mas a mudança climática foi brusca. “Era muito vento, muita onda e o barco virou. Foi tudo muito rápido”, relembrou.

GD


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