Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 12 de Agosto de 2026

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Acidente em aldeia mata 3 índios e deixa indígena de 100 anos ferido



Três indígenas morreram na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Três indígenas morreram na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Três indígenas morreram em um acidente na noite dessa quarta-feira (31) na MT-235 em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, o acidente envolveu uma caminhonete, um caminhão e um carro.

Morreram no acidente uma índia, de 8 anos, Raimundo Zoinazokae, de 60 anos, e Ednalva Kalomizore, de 26 anos.

Batida entre caminhonetes matou índia de 8 anos e dois índios de 26 e 60 anos em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Batida entre caminhonetes matou índia de 8 anos e dois índios de 26 e 60 anos em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

O acidente ocorreu às 18h45 no dentro da reserva indígena, na entrada da aldeia Quatro Cachoeiras,

De acordo com a Polícia Civil, Adriano Zenozokemae, de 100 anos, era o motorista da caminhonete onde todos os indígenas estavam. Apenas ele e outro motorista sobreviveram e foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O terceiro condutor não se feriu.

O acidente envolveu a caminhonete dos indígenas, uma caminhonete Montana e um carro, modelo UP.

Segundo testemunhas, as vítimas da caminhonete estavam voltando da cidade de Campos de Júlio, a 692 km de Cuiabá, para Tangará da Serra, a 242 km da capital, quando encontraram a Montana na contramão na estrada.

Três indígenas morreram em um acidente na noite dessa quarta-feira (31) na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

Três indígenas morreram em um acidente na noite dessa quarta-feira (31) na MT-235 em Campo Novo do Parecis — Foto: Portal Campo Novo

O motorista tentou evitar o acidente, mas não conseguiu bateu na porta da Montana, que também atingiu a traseira do UP. O terceiro veículo estava parado no acostamento pois o condutor havia parado para fazer xixi.

Dois dos indígenas estavam na carroceria da caminhonete e foram arremessados. Um boletim de ocorrência foi registrado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) na direção de veículo. O acidente será investigado pela Polícia Civil.

O indígena de 100 anos está internado no Centro Hospitalar Parecis Euclídes, em Campo Novo do Parecis.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Vereador é preso novamente acusado de envolvimento em morte de jovem no interior


O vereador de Poxoréu, Túlio César (Republicanos), foi preso novamente nesta segunda-feira (10), durante a terceira fase da Operação Véu de Ísis, que investiga o assassinato de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu (251 km ao Sul). A vítima foi assassinada em uma boate da cidade, sob suspeita de ser informante da polícia. Não foi detalhada a participação do parlamentar no crime e a apuração tramita sob sigilo.

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Túlio César ocorreu após o aprofundamento das investigações realizadas pela Delegacia de Poxoréu. Durante a Operação Elo Oculto, deflagrada na fase anterior, o vereador já havia sido preso temporariamente.

De acordo com a Polícia Civil, a análise de materiais e outros elementos apreendidos nas fases anteriores permitiu identificar novas informações relacionadas à dinâmica do crime, à motivação e à possível participação de outras pessoas.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e ao fato de a vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, dentro de uma casa noturna em Poxoréu. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito chegou ao estabelecimento, efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima e fugiu em seguida.

Ao todo, são cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Rondonópolis e Cuiabá. O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que permaneciam ocultos nas fases anteriores.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de outras unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As diligências continuam para esclarecer completamente o crime e individualizar a conduta de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

GD


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