Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 12 de Maio de 2026

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Assessor do presidente da Assembleia morre em grave acidente



O assessor parlamentar de Eduardo Botelho (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), e ex-vereador por Cáceres, Célio Silva, morreu em um gavre acidendente envolvendo um carro, um caminhão e uma carreta no km 612 da BR-364, próximo ao município de Poconé (104 km ao Sul de Cuiabá).

O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira (19) e também vitimou o motorista de um dos caminhões envolvidos no acidente.

Conforme testemunhas, Célio Silva estava em um VW Gol da Assembleia. O carro estava com um vazamento de óleo e ele parou para pedir ajuda aos ocupantes do caminhão, que também estava parado na beira da pista com um pneu furado.

Tanto o caminhão, que é de um mercado de Cáceres, quanto o carro em que o parlamentar estava, foram atingidos por uma carreta – que vinha em alta velocidade.

Célio morreu ainda no local do acidente. O motorista do caminhão, identificado como José Gonçalves, chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Cáceres, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Um ajudante de caminhão escapou do acidente, pois havia atravessado a rodovia e ido em direção a um morro após o veículo parar. Ele confirmou a dinâmica do acidente para a imprensa local.

O motorista da carreta que atingiu os outros veículos foi socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Cáceres em estado grave.

Imagens gravadas, por internauta, mostram como os veículos ficaram após a batida.

Fonte: Raul Bradock / RepórterMT



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Polícia

Investigador acusado de matar PM em Cuiabá enfrenta júri popular


Começa às 9h desta terça-feira (12) a sessão do Tribunal do Júri no caso do investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar o policial militar Thiago de Souza Ruiz em uma conveniência na Praça do Choppão, em Cuiabá, em abril de 2023. A sessão é presidida pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da Quarta Vara Criminal da Capital.

A denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), recebida pelo magistrado, aponta homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. O crime chocou a população devido à participação direta de dois agentes da segurança pública do estado.

O homicídio ocorreu durante a madrugada, quando Thiago chegou ao estabelecimento com um amigo. Na sequência, chegou ao local o investigador Mário Wilson, que foi apresentado ao PM. Os dois chegaram a interagir e conversar antes do crime.

 

Em determinado momento, o PM mostra a arma que trazia na cintura. O investigador alegou na época que não acreditou que a vítima fosse realmente um policial militar. Imagens de câmera de segurança mostraram o momento em que Márico Wilson toma o revólver da vítima e efetua os disparos O PM morreu na hora.

 

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