Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 13 de Abril de 2026

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Assessor do presidente da Assembleia morre em grave acidente



O assessor parlamentar de Eduardo Botelho (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), e ex-vereador por Cáceres, Célio Silva, morreu em um gavre acidendente envolvendo um carro, um caminhão e uma carreta no km 612 da BR-364, próximo ao município de Poconé (104 km ao Sul de Cuiabá).

O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira (19) e também vitimou o motorista de um dos caminhões envolvidos no acidente.

Conforme testemunhas, Célio Silva estava em um VW Gol da Assembleia. O carro estava com um vazamento de óleo e ele parou para pedir ajuda aos ocupantes do caminhão, que também estava parado na beira da pista com um pneu furado.

Tanto o caminhão, que é de um mercado de Cáceres, quanto o carro em que o parlamentar estava, foram atingidos por uma carreta – que vinha em alta velocidade.

Célio morreu ainda no local do acidente. O motorista do caminhão, identificado como José Gonçalves, chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Cáceres, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Um ajudante de caminhão escapou do acidente, pois havia atravessado a rodovia e ido em direção a um morro após o veículo parar. Ele confirmou a dinâmica do acidente para a imprensa local.

O motorista da carreta que atingiu os outros veículos foi socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Cáceres em estado grave.

Imagens gravadas, por internauta, mostram como os veículos ficaram após a batida.

Fonte: Raul Bradock / RepórterMT



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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