Primavera do Leste / MT - Domingo, 14 de Junho de 2026

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Polícia

Cinco são presos após empregada doméstica ajudar em roubo na casa dos patrões em MT



Cinco pessoas foram presas suspeitas de terem cometido um assalto em uma casa em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá. A Polícia Civil descobriu que a empregada doméstica da própria residência ajudou no roubo. Cinco suspeitos foram presos na operação ‘Fiducia’, realizada nessa quarta-feira (3). A funcionária da casa, por se tratar de ré primária, não teve a prisão decretada e vai responder em liberdade.

Entre os presos estão, Lucas Ribeiro Brito Oliveira, Cleyton Vinicios Alves dos Santos, Wkariston Barbosa Lauriano, Lucas Souza Cardoso, e Emmylle Souza da Silva. Eles responderão pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. Um dos integrantes do grupo continua foragido.

Segundo a Polícia Civil, as investigações iniciaram após o furto de uma residência no Bairro Jardim das Mangueiras, ocorrido no dia 25 de dezembro, quando os proprietários viajaram e deixaram a casa sob a responsabilidade da empregada. A funcionária, casada com um dos autores do furto, alertou os comparsas sobre a vulnerabilidade da residência, assim como sobre os objetos de interesse dos criminosos.

No dia do furto, a empregada prendeu os cachorros e aguardou a concretização do crime. Eles levaram uma moto aquática com carreta semirreboque, avaliado em R$ 60 mil, televisões, notebook, joias e roupas das vítimas. No dia seguinte, a funcionária ligou para os donos da residência para informar sobre o furto.

A polícia foi chamada e começou a análise de câmeras de segurança das proximidades. Os investigadores identificaram o veículo que rebocou a moto aquática para fora da residência. O trabalho também identificou dois suspeitos, que são monitorados por tornozeleira eletrônica, que estavam no dia, horário e local do crime.

Com as informações, os policiais conseguiram chegar até uma residência em que foram encontrados a moto aquática, uma televisão, três celulares e roupas das vítimas. No momento da apreensão a televisão já estava instalada no quarto de um dos suspeitos. Outro envolvido no furto usava roupas da vítima.

De acordo com o delegado Wilyney Santana Borges, os envolvidos também são suspeitos de atuarem em diversos roubos e furtos ocorridos na cidade.

O nome da operação “Fiducia” vem do latim e significa ‘confiança’. O termo foi escolhido, baseado na relação de confiança, de como o crime foi planejado e executado.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Mulher inventa ameaças contra si mesma e acaba presa


Uma reviravolta impressionante na Baixada Fluminense chocou as autoridades policiais nesta quinta-feira (11/6). Uma mulher foi presa em Nilópolis (RJ) sob a acusação de arquitetar um plano extremamente elaborado para se passar por vítima de perseguições, ameaças e outros delitos graves. No entanto, segundo a Polícia Civil, os crimes nunca aconteceram.

A prisão preventiva da suspeita, identificada como Aline da Conceição da Silva Santos, foi o resultado de uma investigação minuciosa conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Os agentes começaram a desconfiar após identificarem um padrão incomum e repetitivo em dezenas de registros de ocorrência feitos pela mesma pessoa nos últimos anos.

O Modus Operandi do Esquema Virtual

De acordo com as apurações, Aline utilizava uma estrutura sistemática para dar veracidade às suas falsas denúncias. Ela comprava e cadastrava linhas telefônicas em nome de terceiros e criava perfis fakes em aplicativos de mensagens.

A partir daí, a suspeita simulava conversas inteiras de ameaças, forjava perseguições digitais e criava cenários fictícios altamente detalhados. Munida dessas “provas” criadas por ela mesma, ela ia até as delegacias. Ao todo, a polícia identificou mais de 20 boletins de ocorrência em diferentes unidades do estado onde Aline figurava como a suposta vítima.

Advogado de Ex-Marido Foi Alvo das Falsas Denúncias

O esquema cruel não servia apenas para chamar a atenção, mas também para prejudicar pessoas reais. Uma das principais vítimas do golpe foi o advogado do ex-companheiro de Aline.

A investigada registrou diversas queixas criminais contra o profissional e chegou a usar o judiciário para solicitar medidas protetivas de urgência contra ele, atribuindo ao advogado condutas criminosas inventadas. A farsa acabou mobilizando desnecessariamente o aparelho público e colocando em risco a reputação e a liberdade de inocentes.

Prisão e Acusações Graves

Após um longo trabalho de inteligência, monitoramento e coleta de provas digitais, os policiais da DRCI conseguiram mapear o conjunto de pessoas prejudicadas pelas mentiras e localizaram Aline em Nilópolis, onde o mandado de prisão foi cumprido.

Agora, a farsa digital chegou ao fim. A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional e responderá judicialmente por uma extensa lista de crimes, incluindo perseguição (stalking), falsa identidade, fraude processual e denunciação caluniosa.


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