Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 08 de Junho de 2026

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Conhecido como “maníaco da lanterna”, serial killer é condenado a 21 anos de prisão por morte de mulher



Justiça de Alta Floresta condena Cláudio de Souza a 21 anos de prisão (Foto: TJMT/Divulgação)

Justiça de Alta Floresta condena Cláudio de Souza a 21 anos de prisão (Foto: TJMT/Divulgação)

O serial killer Cláudio de Souza, mais conhecido como “Maníaco da Lanterna”, foi condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato de Sirlene Ferreira de Souza, em 2003. A decisão é do juiz Roger Augusto Bim Donega, da Quinta Vara Criminal de Alta Floresta (800 km de Cuiabá).

Conforme o Ministério Público, no dia 12 de julho de 2003, na Rua Teles Pires, Bairro São José Operário, em Alta Floresta, Cláudio matou Sirlene com um tiro na cabeça, que na época tinha 19 anos.

De acordo com o magistrado, o criminoso agiu de forma premeditada e ficou conhecido como “serial killer” disseminando o terror, o medo, o ódio e o pavor nos habitantes de Alta Floresta, até que fosse preso.

Em seguida, fugiu da cadeia e continuou a cometer tantos outros delitos quanto pode até ser novamente preso.

“Há que se deixar a hipocrisia de lado e olhar para o psicopata que está sob julgamento que jamais terá condições de conviver em sociedade, deve ficar isolado, pois sua mente não funciona como as demais. É completamente torta. Arrependimento não existe em seu vocabulário e é completamente desprovido de sentimento moral e consciência comum, não nutre amor por quem que seja, funciona como uma máquina de matar na forma humana”, afirmou o juiz na decisão.

Ainda segundo o magistrado, “esse indivíduo é maléfico e ardiloso, utiliza disfarce perfeito para conviver entre nós, tanto é verdade que fez tantas vítimas até ser capturado, são tão perfeitos em seus disfarces que acreditamos piamente que são seres humanos como nós. Na verdade, são verdadeiros atores da vida real que mentem com a maior tranquilidade, como se estivessem contando a maior verdade, portanto, não há como acreditar em arrependimento, essa palavra não existe no vocabulário do réu”.

Em junho deste ano, o serial killer já havia sido condenado a mais de 62 anos de prisão pelos assassinatos de Geyle Cristina da Silva Vieira, em 2004, e de Maria Célia da Silva Santos, em 2006. Os casos também aconteceram em Alta Floresta.

Os crimes eram cometidos no mesmo “modus operandi”, Ele usava uma lanterna e uma espingarda para abordar casais d namorados. Em alguns casos, as mulheres eram estupradas.

Cláudio de Souza foi preso pela primeira vez em abril de 2002 e, à época, confessou à polícia a autoria de nove mortes e duas tentativas de homicídio, crimes pelos quais ele já foi condenado a mais de 120 anos de prisão.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Indicado de Nhonho na Câmara de Primavera do Leste é preso suspeito de tráfico de drogas


Imagem meramente ilustrativa, charge política.

Marcelo da Silva Ferreira, servidor comissionado da Câmara Municipal de Primavera do Leste, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) sob suspeita de tráfico de drogas após ser flagrado transportando uma quantidade da substância conhecida como skank durante uma abordagem de rotina.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, Marcelo ocupava o cargo de Assessor Parlamentar na Câmara Municipal e também prestava apoio na área de Tecnologia da Informação (TI) da Casa de Leis.

A prisão ocorreu na última sexta-feira (5). Após o flagrante, o suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais e passou por audiência de custódia na tarde de sábado (6), quando o caso foi analisado pelo Poder Judiciário.

O presidente da Câmara Municipal, Marco Aurélio informou ao site ElyNews que está tomando conhecimento dos fatos para avaliar as medidas administrativas cabíveis.

Nos bastidores do Legislativo, vereadores comentam que Marcelo teria sido indicado para o cargo pelo ex-vereador Elton Baraldi, conhecido como Nhonho. Segundo relatos, ele teria assumido a vaga em substituição a outro servidor anteriormente indicado pelo ex-parlamentar e que acabou sendo exonerado.

A reportagem ressalta que a prisão em flagrante e a investigação não representam condenação definitiva, cabendo à Justiça analisar as provas e garantir ao suspeito o direito à ampla defesa e ao contraditório.

Com informações ElyNews


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