Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 09 de Julho de 2026

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Empresária é denunciada por falsificação de documentos e crimes ambientais



MPE denuncia empresária por crimes ambientais identificados durante operações — Foto: MP-MT

MPE denuncia empresária por crimes ambientais identificados durante operações — Foto: MP-MT

Uma empresária foi denunciada pelo Ministério Público Estadual (MPE), nesta terça-feira (18), por crimes ambientais e falsificação de documentos. De acordo com a denúncia, Luana Ribeiro Gasparotto usava a empresa para conseguir licenças irregulares na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Essa é a segunda denúncia registrada contra a empresária.

O MPE também fez novo pedido de prisão preventiva contra a acusada. O G1 tentou, mas não conseguiu falar com a defesa da empresária até a publicação dessa reportagem.

As denúncias são resultado das operações Polygunum e Siriema, deflagradas pelo MPE em parceria com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), que investigam fraudes nos sistemas ambientais.

Segundo as investigações, em 2011 Luana, por meio da empresa dela, foi contratada para promover a regularização de uma fazenda localizada em Gaúcha do Norte, a 595 km de Cuiabá. Ao constatar que a propriedade rural estava em situação irregular, a empresária teria usado o nome da empresa dela para falsificar documento público emitido pela Sema.

“Falsificando a Autorização Provisória Funcionamento de Atividade Rural (APF) a denunciada obteve vantagem ilícita de R$ 4 mil, prejudicando a vítima e o meio ambiente. Induziu o proprietário da área em erro, mediante a apresentação do documento falso, obtido por meio fraudulentos. Além disto, dificultou a ação fiscalizadora da Sema no trato de questões ambientais”, diz trecho da denúncia.

Caso a denúncia seja aceita, a empresária deve responder pelos crimes de falsificação de documento, por dificultar a ação fiscalizatória do poder público e também por impedir a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação.

Outras pessoas são investigadas e podem ser denunciadas por compor organização criminosa e promover desmatamentos ilegais em áreas não consolidadas e, com o uso de meios fraudulentos, ampliar áreas para uso alternativo do solo.



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Polícia derruba quadrilha da família que dava golpes pela internet


O grupo, que vivia em Cuiabá e Barra do Garças, enganava compradores e vendedores de carros em vários estados; o prejuízo era grande.

Se você costuma comprar ou vender coisas pela internet, muita atenção! A Polícia Civil de Mato Grosso, em conjunto com a polícia do Piauí, desmantelou nesta quarta-feira (8) um esquema criminoso que usava sites de classificados para roubar dinheiro de pessoas desavisadas.

 

A operação, batizada de “Falso Elo”, focou em uma quadrilha que funcionava como um “negócio de família”. Os criminosos moravam em Mato Grosso, mas aplicavam golpes em gente de todo o Brasil e até do exterior.

 

Como eles agiam? Tudo começava com o famoso “golpe do intermediário”. Os bandidos ficavam de olho em anúncios de veículos na internet. Quando alguém se interessava, eles entravam no meio da conversa fingindo ser o vendedor (para o comprador) e o comprador (para o dono do carro).

 

Eles manipulavam o preço, escondiam o valor real e usavam comprovantes de pagamento falsos. No final, a vítima acabava transferindo o dinheiro direto para a conta da quadrilha, achando que estava fechando um bom negócio.

 

O que aconteceu agora? A polícia cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Barra do Garças. Celulares e computadores foram apreendidos e vão passar por uma perícia pesada para descobrir quantas pessoas foram enganadas e para onde foi o dinheiro.

 

O delegado Mário Santiago mandou um recado direto para os golpistas: “A internet não é terra sem lei”. Segundo ele, a união das polícias de diferentes estados foi essencial para encontrar o grupo.

 

Dica para não cair nessa: Para não virar a próxima vítima, a orientação da polícia é simples:

 

Desconfie de propostas muito vantajosas.

Nunca transfira dinheiro sem ter certeza absoluta de quem é o dono do veículo.

Guarde tudo: conversas de WhatsApp, prints e comprovantes. Se notar qualquer coisa estranha, procure a polícia na hora.


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