Estelionatário que usava nome de policiais e agentes penitenciários para fazer empréstimos é preso em MT
Um estelionatário que utilizava nomes de servidores públicos, em especial os de policiais e agentes penitenciários, para fazer empréstimos, foi preso pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A prisão dele ocorreu na tarde de terça-feira (23) e foi divulgada na quarta-feira (24).
O G1 não localizou o advogado de defesa do suspeito.
De acordo com a Derf, o suspeito, que diz se chamar Jobenilto de Araújo, de 47 anos, foi descoberto após a gerente de uma cooperativa de crédito acionar a Polícia Civil para informar que uma pessoa usando o nome de Giliard Morais, que solicitou no dia 22 de janeiro o empréstimo no valor de R$ 55 mil.
A própria gerente, após consulta no banco de dados da cooperativa, constatou que a documentação apresentada era falsa. Após a informação, os policiais esperaram pelo suspeito em frente à cooperativa para flagrar o golpista que retornaria ao banco para finalizar a transação.
Quando o suspeito foi avistado, os policiais fizeram a abordagem. Ele estava na posse de uma carteira de habilitação falsa e cartões de lojas, todos em nome de Giliard Mores.
Ao ser conduzido à delegacia, ele revelou que o nome dele é Jobenildo, mas em consulta aos bancos de identificação não foi encontrado nenhum registro.
O verdadeiro Giliard fez registro de boletim de ocorrência ao tomar conhecimento que os dados dele estavam sendo usado por outra pessoa.
O suspeito tem várias passagens pelo mesmo crime e foi novamente autuado por atos de estelionato e uso de documento falso. Ele foi encaminhado a uma unidade prisional.
Fonte: G1 Mato Grosso










A foragida da justiça por envolvimento em dois homicídios em Nova Ubiratã e por tráfico de drogas em Sorriso foi presa, hoje, em Cuiabá, pela equipe da Polinter da Polícia Civil. Contra ela havia três mandados de prisão por homicídio qualificado, sob acusações de tortura, sequestro, organização criminosa e ocultação de cadáver. O terceiro é referente ao tráfico em Sorriso.
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