Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2026

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Polícia

Grupo de traficantes que agia como milícia é alvo de operação no sul de MT incluindo Primavera do Leste



Uma facção criminosa que agia principalmente no sul de Mato Grosso é alvo da operação ‘Insurgente’, realizada nesta sexta-feira (27) pela Polícia Civil do estado.

A operação ocorre nas cidades de Primavera do Leste, Poxoréu, Rondonópolis, Pedra Preta, Sinop e Alto Araguaia.

Foram 10 meses de investigações que possibilitaram a polícia descobrir crimes praticados por ‘associados’ da facção: roubo, tráfico de drogas, associação ao tráfico e homicídios. Devem ser cumpridos 87 mandados, sendo 56 de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão.

As investigações também apontaram que o grupo virou uma espécie de milícia, controlando o comércio legal e ilegal: cobrando taxas de comerciantes para não serem assaltados e cobrando taxas de traficantes proprietários de bocas de fumo.

Operação Insurgente (Foto: Cristina Mayumi/TV Centro América)

Operação Insurgente (Foto: Cristina Mayumi/TV Centro América)

Os líderes do grupo estão presos na Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, a Mata Grande, em Rondonópolis, e na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Operação Insurgente em Rondonópolis (Foto: Emerson Sanchez/ TV Centro América)

Operação Insurgente em Rondonópolis (Foto: Emerson Sanchez/ TV Centro América).

As investigações também mostraram a utilização de adolescentes para oscrimes e o crescimento das ‘filiações’ de menores de idade para a facção. 

Insurgente

O nome da operação, insurgente, vem de que o grupo composto por criminosos que possuem ideologia e opinião contrária às leis.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Receita Federal apreende cerca de R$ 3 milhões em mercadorias irregulares no Maranhão


Operação fiscalizou transportadoras, lojas e veículos de carga em Imperatriz, Porto Franco e Estreito; cerca de R$ 1,6 milhão corresponde a celulares, incluindo o iPhone 18 Pro Max.

A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 3 milhões em mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil durante uma operação realizada em Imperatriz, Porto Franco e Estreito, no Maranhão. A ação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 9 de outubro e teve como foco o combate ao contrabando e ao descaminho.

Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 1,6 milhão do total apreendido corresponde a aparelhos celulares, incluindo unidades do modelo iPhone 18 Pro Max, lançado recentemente no mercado internacional.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga. (Foto: divulgação / Receita Federal)

Também foram retidos tablets, drones, cigarros eletrônicos, perfumes e diversos equipamentos eletrônicos.

Fiscalizações ocorreram em três municípios

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga que circulavam pelos principais corredores logísticos da região.

A ação foi conduzida pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da 3ª Região Fiscal, com apoio da Força Especial de Repressão Aduaneira Nacional, vinculada à Coordenação-Geral de Combate ao Contrabando e Descaminho (Corep).

Imperatriz é ponto estratégico para fiscalização

De acordo com a Receita Federal, Imperatriz tem importância estratégica para o controle aduaneiro por estar localizada em um dos principais entroncamentos logísticos das regiões Norte e Nordeste.

A cidade concentra fluxos de mercadorias provenientes de diferentes partes do país, transportadas por importantes corredores rodoviários e ferroviários, o que a torna um centro de distribuição regional.

Segundo o órgão, operações desse tipo buscam combater a entrada irregular de mercadorias no território nacional, proteger a economia formal, promover a concorrência leal e garantir a arrecadação de tributos.


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