Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 13 de Abril de 2026

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Ladrão sequestra motorista, o obriga a dirigir caminhão até a Bolívia e morre em confronto com a polícia em MT



Um assaltante morreu em confronto com a polícia na noite dessa segunda-feira (23) na região da fronteira de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, com a Bolívia.

Segundo o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), um motorista de um caminhão, de 24 anos, foi sequestrado e obrigado a dirigir para dois assaltantes.

Houve confronto com os assaltantes e um deles morreu em um tiroteio com os policiais.

A situação ocorreu na BR-070, por volta de 19h30 (horário de Mato Grosso).

O caminhão passava pela rodovia e carregada uma pá carregadeira na caçamba. Os policiais pediram que o motorista parasse e duas pessoas saltaram do veículo e se esconderam em uma mata.

O motorista desceu do caminhão e correu em direção à polícia. Ele afirmou que três homens armados roubaram o veículo dele, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.

Arma foi apreendida com suspeito que morreu em confronto com o Gefron em Cáceres (Foto: Gefron/MT)

Arma foi apreendida com suspeito que morreu em confronto com o Gefron em Cáceres (Foto: Gefron/MT)

A vítima contou que ficou mantida em cárcere privado por 10 horas e obrigada a conduzir o caminhão até a Bolívia.

Horas depois dessa situação, os suspeitos foram encontrados na região da Ponte Padre Inácio. Um deles, armado, sacou uma arma e tentou atirar contra os policiais. Houve tiroteio no local e os dois suspeitos foram baleados.

Os dois foram socorridos para um hospital da região. Welington da Silva Minare, de 25 anos, morreu durante o atendimento. O segundo suspeito, Carlos Henrique da Silva, de 32 anos, não corre risco de morte.

A vítima contou aos policiais que o terceiro assaltante desceu do veículo ainda em Tangará da Serra. O veículo e o suspeito foram encaminhados para a Delegacia de Fronteira (Defron) em Cáceres.

Fonte: G1 Mato Grosso



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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