Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 11 de Agosto de 2026

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Polícia

Ladrão sequestra motorista, o obriga a dirigir caminhão até a Bolívia e morre em confronto com a polícia em MT



Um assaltante morreu em confronto com a polícia na noite dessa segunda-feira (23) na região da fronteira de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, com a Bolívia.

Segundo o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), um motorista de um caminhão, de 24 anos, foi sequestrado e obrigado a dirigir para dois assaltantes.

Houve confronto com os assaltantes e um deles morreu em um tiroteio com os policiais.

A situação ocorreu na BR-070, por volta de 19h30 (horário de Mato Grosso).

O caminhão passava pela rodovia e carregada uma pá carregadeira na caçamba. Os policiais pediram que o motorista parasse e duas pessoas saltaram do veículo e se esconderam em uma mata.

O motorista desceu do caminhão e correu em direção à polícia. Ele afirmou que três homens armados roubaram o veículo dele, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.

Arma foi apreendida com suspeito que morreu em confronto com o Gefron em Cáceres (Foto: Gefron/MT)

Arma foi apreendida com suspeito que morreu em confronto com o Gefron em Cáceres (Foto: Gefron/MT)

A vítima contou que ficou mantida em cárcere privado por 10 horas e obrigada a conduzir o caminhão até a Bolívia.

Horas depois dessa situação, os suspeitos foram encontrados na região da Ponte Padre Inácio. Um deles, armado, sacou uma arma e tentou atirar contra os policiais. Houve tiroteio no local e os dois suspeitos foram baleados.

Os dois foram socorridos para um hospital da região. Welington da Silva Minare, de 25 anos, morreu durante o atendimento. O segundo suspeito, Carlos Henrique da Silva, de 32 anos, não corre risco de morte.

A vítima contou aos policiais que o terceiro assaltante desceu do veículo ainda em Tangará da Serra. O veículo e o suspeito foram encaminhados para a Delegacia de Fronteira (Defron) em Cáceres.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

Vereador é preso novamente acusado de envolvimento em morte de jovem no interior


O vereador de Poxoréu, Túlio César (Republicanos), foi preso novamente nesta segunda-feira (10), durante a terceira fase da Operação Véu de Ísis, que investiga o assassinato de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu (251 km ao Sul). A vítima foi assassinada em uma boate da cidade, sob suspeita de ser informante da polícia. Não foi detalhada a participação do parlamentar no crime e a apuração tramita sob sigilo.

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Túlio César ocorreu após o aprofundamento das investigações realizadas pela Delegacia de Poxoréu. Durante a Operação Elo Oculto, deflagrada na fase anterior, o vereador já havia sido preso temporariamente.

De acordo com a Polícia Civil, a análise de materiais e outros elementos apreendidos nas fases anteriores permitiu identificar novas informações relacionadas à dinâmica do crime, à motivação e à possível participação de outras pessoas.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e ao fato de a vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, dentro de uma casa noturna em Poxoréu. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito chegou ao estabelecimento, efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima e fugiu em seguida.

Ao todo, são cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Rondonópolis e Cuiabá. O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que permaneciam ocultos nas fases anteriores.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de outras unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As diligências continuam para esclarecer completamente o crime e individualizar a conduta de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

GD


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