Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Polícia

Ladrões invadem banco pelo teto, arrombam cofre e fogem com dinheiro e armas



Assaltantes invadiram uma agência bancária na madrugada desta segunda-feira (8) e fugiram com dinheiro e armas, na cidade de Denise, a 208 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, os suspeitos entraram pelo telhado, arrombaram o cofre e fugiram em seguida. Até a manhã desta segunda-feira não havia nenhum suspeito preso ou identificado.

Conforme a polícia, o furto ocorreu por volta de 2h (horário de Mato Grosso), no Banco do Brasil de Denise. O serviço de videomonitoramento de segurança ligou para a PM informando que havia perdido o sinal das câmeras do banco.

Os policiais foram ao local e encontraram uma escada na parede lateral da agência, além de perceberam que havia uma porta aberta no banco. De acordo com a PM, os assaltantes entraram pelo teto do banheiro masculino e danificaram o sistema de monitoramento.

Em seguida, eles destruíram o sistema de alarme e cortaram a parede lateral do cofre. Não se sabe a quantia em dinheiro que eles conseguiram furtar. Os ladrões também levaram dois revólveres, calibre 38, além de munições, que eram usadas pelos guardas da agência bancária.

Rondas foram feitas na região, no entanto, os assaltantes não foram localizados pela PM. Alguns materiais usados pelos ladrões foram deixados no local.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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