Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 11 de Agosto de 2026

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Polícia

Laudo prova que vigia fez até sexo anal com criança em escola de Paranatinga



A Polícia Judiciária Civil prendeu, no inicio desta semana, o ex-vigia de uma escola na cidade de Paranatinga (373 km ao Sul),  acusado de estuprar alunas, com  idades entre 7 e 11 anos. O vigilante, João Batista do Nascimento, 74 anos, teve a ordem de prisão temporária,  expedida depois que a Polícia Civil foi procurada, na quinta-feira (23), pelo Conselho Tutelar, com uma das vítimas do vigia.

Logo após, a mãe de uma menina de 7 anos e tia de outra de 9 anos registrou boletim de ocorrência, narrando que o suspeito teria  levado as duas crianças até um cômodo dentro da escola e lá abusado sexualmente das menores, ao mesmo tempo, proferindo ameaças caso elas  contasse a alguém. “Requisitamos o exame de corpo delito e deu positivo. Na sexta-feira representamos pela prisão e nossos policiais ficaram monitorando durante o final de semana para que ele não fugisse. O Poder Judiciário expediu o mandado e nos cumprimentos ontem”, informou o delegado Pablo Borges Rigo.

As duas meninas quando ouvidas confirmaram ter havido conjunção carnal. A menina de apenas 7 anos também disse que outras duas colegas foram abusadas.

A mesma versão de abusos, ocorridos dentro da escola, foi confirmada pela prima de 9 anos. Laudo pericial constatou conjunção carnal e anal nas duas vítimas.

Segundo o delegado, supostamente, são oito vítimas, mas a Polícia Civil ainda está na fase de oitivas das vítimas para confirmar a informação. “Nota-se pelos relatos que o vigia vinha constantemente abusando de várias crianças na escola, conseguindo se manter impune até agora em virtude das ameaças contra as crianças. É um caso terrível”, afirmou o delegado.

O vigilante irá responder por estupro de vulnerável, de cada uma das vítimas confirmadas ao final do inquérito policial.

Fonte: Paranatinga News



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Polícia

Vereador é preso novamente acusado de envolvimento em morte de jovem no interior


O vereador de Poxoréu, Túlio César (Republicanos), foi preso novamente nesta segunda-feira (10), durante a terceira fase da Operação Véu de Ísis, que investiga o assassinato de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu (251 km ao Sul). A vítima foi assassinada em uma boate da cidade, sob suspeita de ser informante da polícia. Não foi detalhada a participação do parlamentar no crime e a apuração tramita sob sigilo.

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Túlio César ocorreu após o aprofundamento das investigações realizadas pela Delegacia de Poxoréu. Durante a Operação Elo Oculto, deflagrada na fase anterior, o vereador já havia sido preso temporariamente.

De acordo com a Polícia Civil, a análise de materiais e outros elementos apreendidos nas fases anteriores permitiu identificar novas informações relacionadas à dinâmica do crime, à motivação e à possível participação de outras pessoas.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e ao fato de a vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, dentro de uma casa noturna em Poxoréu. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito chegou ao estabelecimento, efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima e fugiu em seguida.

Ao todo, são cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Rondonópolis e Cuiabá. O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que permaneciam ocultos nas fases anteriores.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de outras unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As diligências continuam para esclarecer completamente o crime e individualizar a conduta de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

GD


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