Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Mãe mandava garota de 13 anos tomar banho para padrasto estuprá-la



A Polícia Militar prendeu A.C.V., 41 anos, e T.O.C., 37 anos – padrasto e mãe de uma menor de 13 anos, que chamou a polícia relatando ser estuprada pelo homem há pelo menos três anos. O último caso aconteceu no bairro Tijucal, em Cuiabá, na noite deste domingo (4).

A garota fugiu de casa, por volta das 19h, e foi para uma quadra de esportes do bairro, de onde acionou a polícia com ajuda de uma conhecida. Ela afirmou ter sido tocada nos seios e vagina pelo criminoso.

Aos policiais, a garota relatou que vinha sofrendo abusos sexuais há três anos, desde quando passou a morar com a mãe. O padrasto seria o agressor.

A vítima também afirmou que a mãe consentia com os abusos. Em determinada vez, a mãe foi até o quarto dela e a mandou tomar banho. Depois disso, o padrasto entrou no quarto e estuprou a menor.

Segundo a garota, sempre que relatava os abusos para a mãe, acabava sendo espancada.

Diante da gravidade da denúncia, os policiais foram até a casa e localizaram a mãe e o padrasto.

A mulher disse que agrediu a filha sim, porém, como corretivo devido à rebeldia dela. Já o padrasto negou abusar sexualmente da menor.

Ambos foram algemados e encaminhados para a Central de Flagrantes (Cisc), do bairro Planalto.

O Conselho Tutelar acompanhou a menor.

A Polícia Civil investiga o caso por meio da Delegacia Especializada de Defesa dos direitos da Criança e Adolescente (DEDDICA).

Fonte: Repórter MT



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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