Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2026

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Polícia

Morador de rua suspeito de ameaçar criança em banheiro de igreja é agredido em praça e detido



O morador de rua Antônio Carlos de Oliveira Bernardo, suspeito de ameaçar um menino de 8 anos no banheiro da Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho, no último domingo (5), foi detido nesta quarta-feira (8). Segundo a Polícia Civil, Antônio foi levado para a delegacia após ser detido na Praça Ipiranga, região central de Cuiabá.

A polícia havia sido acionada  para atender a ocorrência de um homem que era agredido por populares na Praça Ipiranga.

Durante atendimento, foi verificado que a vítima das agressões era o suspeito de ter ameaçado o menino na igreja. Antônio foi levado para a delegacia, onde foi ouvido. O conteúdo do depoimento, não foi divulgado.

Na segunda-feira (6), o padre Kleberson Paes de Silva, responsável pela igreja, esteve na Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) e registrou um boletim de ocorrência.

Ele relatou que o fato ocorreu por volta de 11h e que o menino havia ido ao banheiro desacompanhado.

Segundo o padre, após ser socorrido, o menino estava assustado e dizia que o homem havia o ameaçado de morte.

O caso

A ameaça passou a ser investigado pela Polícia Civil após denúncia de um dos padres da igreja.

Nas imagens do circuito de segurança da igreja, é possível ver o momento em que o homem passa pela lateral do templo, no pátio dos fundos.

Ele caminha até determinado ponto, para, encosta em uma mureta, observa, entra no banheiro e fecha a porta. A criança já estava dentro do banheiro. Quase quatro minutos se passam, até que um ‘coroinha’ sai correndo e vai até a porta do sanitário.

Ele bate na porta, empurra, até que a porta se abre e o menino sai. E ele caminha rápido ao lado do ‘coroinha’ com a mão sobre o peito, demonstrando estar assustado. O homem sai em seguida, atrás dos dois.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Receita Federal apreende cerca de R$ 3 milhões em mercadorias irregulares no Maranhão


Operação fiscalizou transportadoras, lojas e veículos de carga em Imperatriz, Porto Franco e Estreito; cerca de R$ 1,6 milhão corresponde a celulares, incluindo o iPhone 18 Pro Max.

A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 3 milhões em mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil durante uma operação realizada em Imperatriz, Porto Franco e Estreito, no Maranhão. A ação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 9 de outubro e teve como foco o combate ao contrabando e ao descaminho.

Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 1,6 milhão do total apreendido corresponde a aparelhos celulares, incluindo unidades do modelo iPhone 18 Pro Max, lançado recentemente no mercado internacional.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga. (Foto: divulgação / Receita Federal)

Também foram retidos tablets, drones, cigarros eletrônicos, perfumes e diversos equipamentos eletrônicos.

Fiscalizações ocorreram em três municípios

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga que circulavam pelos principais corredores logísticos da região.

A ação foi conduzida pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da 3ª Região Fiscal, com apoio da Força Especial de Repressão Aduaneira Nacional, vinculada à Coordenação-Geral de Combate ao Contrabando e Descaminho (Corep).

Imperatriz é ponto estratégico para fiscalização

De acordo com a Receita Federal, Imperatriz tem importância estratégica para o controle aduaneiro por estar localizada em um dos principais entroncamentos logísticos das regiões Norte e Nordeste.

A cidade concentra fluxos de mercadorias provenientes de diferentes partes do país, transportadas por importantes corredores rodoviários e ferroviários, o que a torna um centro de distribuição regional.

Segundo o órgão, operações desse tipo buscam combater a entrada irregular de mercadorias no território nacional, proteger a economia formal, promover a concorrência leal e garantir a arrecadação de tributos.


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