Primavera do Leste / MT - Domingo, 14 de Junho de 2026

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Polícia

Mulher é morta a facadas pelo marido durante discussão em quitinete



Uma mulher foi assassinada a facadas na madrugada desta quarta-feira (16) no Bairro Jardim Ikaraí, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) testemunhas disseram que o crime foi cometido pelo marido da vítima, que discutia com ela momentos antes do crime.

A vítima, identificada como Célia Regina Magalhães, de 50 anos, foi esfaqueada e morta na quitinete onde ela morava com o companheiro. O casal morava há 40 dias nesse imóvel, que era alugado.

Os vizinhos e o proprietário do imóvel relataram que Regina e o marido discutiam com frequência e sempre brigavam no local.

A última briga teria começado por volta de 19h de terça-feira (15) (horário de Mato Grosso). Uma pessoa chegou a ligar para o dono do imóvel e comentado que o casal estava discutindo.

“Ao que tudo indica é mais um feminicídio em Várzea Grande. A vítima foi morta a facadas, todas pela parte frontal do corpo. A informação que temos dos moradores é que o casal estava há poucos dias e que as brigas eram constantes”, disse à TV Centro América a delegada da DHPP, Juliana Chiquito Palhares.

Depois de esfaquear a mulher, o suspeito fugiu do local. Até a manhã desta quarta-feira ele não havia sido preso.

A DHPP investiga o caso e tenta identificar se a vítima já tinha registrado boletins de ocorrência ou tinha alguma medida protetiva contra o marido.

O corpo de Célia foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Mulher inventa ameaças contra si mesma e acaba presa


Uma reviravolta impressionante na Baixada Fluminense chocou as autoridades policiais nesta quinta-feira (11/6). Uma mulher foi presa em Nilópolis (RJ) sob a acusação de arquitetar um plano extremamente elaborado para se passar por vítima de perseguições, ameaças e outros delitos graves. No entanto, segundo a Polícia Civil, os crimes nunca aconteceram.

A prisão preventiva da suspeita, identificada como Aline da Conceição da Silva Santos, foi o resultado de uma investigação minuciosa conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Os agentes começaram a desconfiar após identificarem um padrão incomum e repetitivo em dezenas de registros de ocorrência feitos pela mesma pessoa nos últimos anos.

O Modus Operandi do Esquema Virtual

De acordo com as apurações, Aline utilizava uma estrutura sistemática para dar veracidade às suas falsas denúncias. Ela comprava e cadastrava linhas telefônicas em nome de terceiros e criava perfis fakes em aplicativos de mensagens.

A partir daí, a suspeita simulava conversas inteiras de ameaças, forjava perseguições digitais e criava cenários fictícios altamente detalhados. Munida dessas “provas” criadas por ela mesma, ela ia até as delegacias. Ao todo, a polícia identificou mais de 20 boletins de ocorrência em diferentes unidades do estado onde Aline figurava como a suposta vítima.

Advogado de Ex-Marido Foi Alvo das Falsas Denúncias

O esquema cruel não servia apenas para chamar a atenção, mas também para prejudicar pessoas reais. Uma das principais vítimas do golpe foi o advogado do ex-companheiro de Aline.

A investigada registrou diversas queixas criminais contra o profissional e chegou a usar o judiciário para solicitar medidas protetivas de urgência contra ele, atribuindo ao advogado condutas criminosas inventadas. A farsa acabou mobilizando desnecessariamente o aparelho público e colocando em risco a reputação e a liberdade de inocentes.

Prisão e Acusações Graves

Após um longo trabalho de inteligência, monitoramento e coleta de provas digitais, os policiais da DRCI conseguiram mapear o conjunto de pessoas prejudicadas pelas mentiras e localizaram Aline em Nilópolis, onde o mandado de prisão foi cumprido.

Agora, a farsa digital chegou ao fim. A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional e responderá judicialmente por uma extensa lista de crimes, incluindo perseguição (stalking), falsa identidade, fraude processual e denunciação caluniosa.


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