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Operação Lei Seca prende 3 motoristas embriagados e apreende 11 carros na MT-251



Operação Lei Seca prendeu 3 motoristas embriagados e apreendeu 11 carros na MT-251 entre Chapada dos Guimarães e Cuiabá — Foto: Polícia Militar de Mato Grosso/Assessoria

Operação Lei Seca prendeu 3 motoristas embriagados e apreendeu 11 carros na MT-251 entre Chapada dos Guimarães e Cuiabá — Foto: Polícia Militar de Mato Grosso/Assessoria

Uma blitz da Operação Lei Seca prendeu três motoristas embriagados nesse domingo (23) na Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), saída de Cuiabá para Chapada dos Guimarães, a 65 km da capital. De acordo com a Polícia Militar, a operação começou às 17h e foi encerrada às 19h30.

Em mais de duas horas, os motoristas que retornavam de Chapada dos Guimarães para a capital tiveram que enfrentar congestionamento causado pelas atividades da blitz.

Motoristas que retornavam de Chapada dos Guimarães para Cuiabá enfrentaram congestionamento na blitz da Lei Seca — Foto: Polícia Militar de Mato Grosso/Assessoria

Motoristas que retornavam de Chapada dos Guimarães para Cuiabá enfrentaram congestionamento na blitz da Lei Seca — Foto: Polícia Militar de Mato Grosso/Assessoria

Segundo a PM, 37 infrações foram aplicadas na operação. Dezesseis motoristas foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool. Doze motoristas tiveram as carteiras de habilitação recolhidas por estarem com algum tipo de irregularidade.

Três motoristas foram presos embriagados. No total, a blitz aplicou 159 testes do bafômetro. Ainda, os policiais apreenderam 11 veículos durante a operação.

Embriaguez ao volante

O motorista flagrado dirigindo embriagado terá que pagar multa no valor de R$ 1.915,40.

No momento do teste de bafômetro, o condutor que apresentar índice de álcool no sangue superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido (mg/l) é preso, paga a multa, tem a CNH suspensa e responde por crime. A pena é de detenção de seis meses a três anos.

Quando a quantidade de álcool detectada for abaixo de 0,33mg/l, o condutor é autuado, tem CNH retida e paga multa.

Fonte: G1 Mato Grosso



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TCE notifica cinco municípios por falta de medicamentos em unidades de saúde


O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) identificou falta de medicamentos, equipes incompletas e problemas estruturais durante fiscalizações em Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos municípios de Cáceres, Matupá, Diamantino e Guarantã do Norte. Ao todo, cinco municípios foram avaliados e apenas Sorriso apresentou resultado satisfatório.

 

Os levantamentos, apreciados em sessões do Plenário Virtual, tiveram o objetivo de avaliar as condições de infraestrutura, a disponibilidade de recursos, a organização dos processos de trabalho e a efetividade na prestação dos serviços oferecidos à população.

 

 

Nas vistorias, foram constatados problemas como ausência de carrinhos de emergência, desfibriladores e vacinas, falta de alvarás sanitários e de vistorias do Corpo de Bombeiros. As equipes técnicas apontaram ainda prejuízos no acompanhamento integral da saúde da criança e da mulher.

 

Cáceres

Sob relatoria do conselheiro Antonio Joaquim, o levantamento feito no município de Cáceres percorreu quatro unidades básicas de saúde, nas quais foram identificadas 16 falhas, sendo que uma delas foi corrigida pela gestão após a fiscalização.

 

Durante a fiscalização, a equipe técnica constatou que nenhuma das unidades possuía o quadro completo de profissionais, conforme exigido pela Política Nacional de Atenção Básica (PNAB/2017). Também foram encontrados telhados danificados, espaços inadequados, infiltrações, desabastecimento de medicamentos e prejuízos aos atendimentos voltados à saúde da mulher e da criança, além da falta de carrinhos de emergência, desfibriladores, nebulizadores e estufas de esterilização.

 

No voto, o relator determinou que a gestão municipal corrija as irregularidades no prazo de 180 dias e recomendou, por exemplo, a elaboração de um plano de metas para resolver o déficit de profissionais e a instituição de uma comissão técnica para diagnóstico da infraestrutura. Também foi instaurado um processo de monitoramento para verificar o cumprimento de todas as medidas.

 

Diamantino
Na fiscalização de três unidades básicas de saúde em Diamantino, embora tenham sido constatados resultados positivos quanto ao atendimento à saúde da criança e da mulher, foram identificadas 12 falhas, como deficiência na contratação de profissionais e ausência de itens críticos como carrinhos de emergência, desfibriladores e conservadora de vacinas em todas as unidades.

 

Sob relatoria do conselheiro Campos Neto, o levantamento também apontou o desabastecimento da vacina Tetra Viral e ausência de condutas padronizadas para casos suspeitos ou confirmados de hanseníase.

 

Frente ao exposto, embora as falhas não tenham sido consideradas graves o suficiente para punições imediatas, o relator determinou a correção integral de todas as falhas e a instauração de um processo de monitoramento para verificar se as correções serão implementadas.

 

Matupá

Em Matupá, também sob relatoria de Campos Neto, o levantamento percorreu três unidades que apresentaram resultado intermediário. Conforme o relator, embora tenham sido identificados aspectos positivos, permaneceram diversas falhas que impedem o funcionamento satisfatório das UBS, como falta de reposição de profissionais afastados, falhas na estrutura física e nos carrinhos de emergência, prejuízos na assistência farmacêutica e irregularidades na oferta e conservação de vacinas.

O conselheiro determinou que a gestão adote providências imediatas para sanar as falhas remanescentes e garantir os serviços básicos de saúde à população local.

 

Guarantã do Norte

As três unidades fiscalizadas em Guarantã do Norte, também de relatoria de Campos Neto, apresentaram falhas relacionadas à composição incompleta das equipes de saúde, à dificuldade no provimento de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e à falta de um plano estruturado de capacitação permanente.

 

Foi constatada ainda ausência de desfibriladores e de planejamento para manutenção e reposição de equipamentos, assim como problemas na dispensação de medicamentos e falhas na oferta de vacina de rotina.

No voto, o relator fez recomendações como recomposição das equipes de saúde, aquisição de desfibriladores, descentralização da distribuição de medicamentos e ampliação da vacinação.

 

Sorriso

Por fim, a fiscalização em Sorriso apontou resultado satisfatório nas três unidades vistoriadas. Pendências relacionadas à necessidade de médicos efetivos, alvarás e vistorias foram consideradas pontuais diante do cenário geral.

 

“Perante o cenário apresentado, é próprio extrair que os responsáveis obtiveram êxito em demonstrar que, de uma forma geral, o funcionamento das UBS do Município de Sorriso é satisfatório, e que as pendências mantidas foram mínimas”, salientou o relator, conselheiro Campos Neto.

Assessoria


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