Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 03 de Marco de 2026

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‘Operação Semana Santa’ registra quatro mortes nas rodovias de MT



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 33 acidentes em Mato Grosso durante os quatros dias da Operação Semana Santa 2018. Conforme os dados, 12 dos casos registrados foram sem vítimas e três resultaram em óbito.

A PRF encerrou, às 23h59 deste domingo (1º), a Operação que iniciou às 0h da última quinta-feira (29/03). A estratégia da Superintendência em Mato Grosso foi oferecer reforço concentrado no policiamento ostensivo e preventivo em locais e horários de maior incidência de acidentes e de criminalidade.

Durante os quatro dias de operação, a PRF desenvolveu ações para conter os acidentes relacionados ao excesso de velocidade, à alcoolemia ao volante, ao uso inadequado do cinto de segurança e às ultrapassagens indevidas, principais causas de acidentes com óbito em todo Brasil.

O resultado foi a manutenção da média no número de acidentes, sendo 33 este ano contra 34 em 2017. Em 2018, 33 pessoas saíram feridas após acidentes nas rodovias federais do Mato Grosso, sendo 30 na Operação 2017. O órgão registrou quatro óbitos neste feriadão, enquanto que em 2017 uma pessoa morreu nas rodovias do Estado.

Os flagras que contrariaram o Código de Trânsito Brasileiro – CTB resultaram na aplicação de 1.242 autos de infração. Em 2017, foram 1.563 infrações.

Foram registrados 1.192 flagrantes de excesso de velocidade nas rodovias do Estado. Na Operação do ano passado foram 1.183. Em diversos trechos da BR-364, onde a velocidade regulamentar é de 80 km/h, os policiais operadores do radar móvel capturaram veículos trafegando a 158 km/h em pista molhada. Já na BR-163, região de Rondonópolis, onde a velocidade é de 110 km/h, os radares detectaram veículos a 189 km/h. Além desses, foram autuados também outros 94 motoristas por ultrapassagem em locais proibidos. Em 2017, foram lavrados 195 autos pela mesma manobra.

As equipes PRFs abordaram 32 motoristas que assumiram o volante após o consumo de álcool. 27 deles foram submetidos ao teste do etilômetro (bafômetro) e 12 encaminhados para a Polícia Civil após o aparelho apontar uma concentração de álcool igual ou superior a 0.34 mg/l, crime de trânsito conforme o CTB.  Três pessoas se recusaram a fazer o teste, o que também gera multa nos casos em que estejam visíveis sinais de embriaguez. No total, foram realizados 1.188 testes do etilômetro. Na Operação 2017, foram registrados 54 flagras de alcoolemia e 12 pessoas foram detidas.

Em 2018, foram autuados ainda 30 condutores por transportar crianças sem o uso da cadeirinha, 29 por não usarem o cinto de segurança e outros 43 por transportar passageiros sem o cinto. Outros três motoristas foram autuados depois de serem flagrados usando o celular enquanto dirigia. Em 2017, por transportarem crianças sem o uso da cadeirinha, 30 motoristas foram multados, 49 por não usarem o cinto de segurança e outros 60 por transportar passageiros sem o cinto.

A Operação Semana Santa 2018 reforçou também o policiamento ostensivo e preventivo em locais e horários de maior incidência de criminalidade. No total, foram lavrados 36 Boletins de Ocorrência Policial – BOP e 33 pessoas foram detidas por crimes diversos, entre os quais crime ambiental, alcoolemia, porte ilegal de arma e adulteração de sinais identificadores do veículo.

ACIDENTES EM MT

O 1° deles ocorreu às 4h do dia 29/03, na BR- 158, km 630, em Nova Xavantina, quando uma caminhonete capotou e o condutor veio a óbito no local. Também na última quinta (29/03), por volta das 18h, no Km 453 da BR-174, em Comodoro, uma pessoa morreu após tombamento de veículo de carga. Já na manhã de sexta (30/03), uma colisão frontal entre veículo de passeio e caminhão tanque vitimou duas pessoas no km 551 da BR-163, em Diamantino.

Fonte: Agoramt



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Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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