Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Polícia

PC de Paranatinga prende acusado de assassinar policial no maranhão, uma mulher e um travesti em goiás



A Polícia Judiciária Civil de Paranatinga prendeu ontem (19), Danilo de Sousa Araújo, acusado de ter assassinado o Policial Militar Edivaldo Carvalho a golpes de paulada, na cidade de Paulo Ramos/MA, juntamente com um menor de idade, na data de 07.11.2010, onde foi condenado a pena de 22 anos de reclusão.

A prisão ocorreu quando Investigadores avistaram o suspeito em atitude suspeita, sendo que na abordagem ele teria apresentado um RG e uma CNH com indícios de falsificação em nome de Roberto Ferreira de Moura.

ASSASSINATOS EM LUZIANIA – GOIAS 

https://www.youtube.com/watch?v=L_Kd1iAK5lg

Após conduzir o suspeito até a Delegacia ele confessou se chamar Danilo de Sousa Araújo (25 anos), sendo possível a partir deste dado verificar que ele possuía ainda um mandado de prisão temporária expedido pela Comarca de Luziania/GO, pelo duplo assassinato de uma mulher e um travesti.

O suspeito foi preso em flagrante pelo crime de falsificação e uso de documento público e será conduzido a Cadeia Pública local onde ficará a disposição da justiça.

Todo o trabalho da policia civil de Paranatinga foi desenvolvido pelo Delegado Dr. Pablo Rigo e coordenado pelo chefe de operaçoes Valter Sérgio juntamente com a equipe de investigadores locais.
Fonte: Paranatinga News

 



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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