Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis (Foto: Portal Campo Novo)
Presos da Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá, provocaram um tumulto na unidade durante o final de semana. Cinco presos ficaram feridos no tumulto. A situação ocorreu no domingo (5) e foi divulgada nessa segunda-feira (6).
De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso (Sejudh-MT), um grupo de 20 presos segurou e arrastou outros quatro internos da ala evangélica como reféns para a cela 5.
Segundo a Sejudh, os presos tentaram realizar um motim durante o encerramento do horário de visita.
Ao ouvir os pedidos de socorro dos reféns, os agentes penitenciários providenciaram a tranca dos demais presos e a saída dos visitantes em segurança.
Os agentes ouviram que uma pessoa refém havia sido esfaqueada. Os servidores tentaram entrar, mas os presos colocaram colchões na grade e trancaram o portão.
O tumulto foi controlado e o preso ferido foi conduzido por uma ambulância ao hospital da cidade.
Ainda conforme a Sejudh, o preso teve apenas ferimentos superficiais. O quadro de saúde é estável e ele já retornou à unidade. Outros quatro presos do grupo que causou o tumulto também tiveram ferimentos em decorrência da contenção feita pelos agentes e foram atendidos e medicados.
Os 20 presos envolvidos no motim foram levados para a cela de triagem e serão ouvidos pelo delegado da Polícia Civil. Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia.
Todos os envolvidos na tentativa de motim responderão a um procedimento disciplinar aberto pela unidade prisional.
Fonte: G1 Mato Grosso

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O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.
Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.
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