Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 19 de Maio de 2026

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Taxista é assassinado por casal em assalto e suspeito é linchado e morto por grupo de taxistas



Taxista Marcelo da Costa Pinto foi morto em suposto assalto em Rondonópolis (Foto: Arquivo pessoal)

Taxista Marcelo da Costa Pinto foi morto em suposto assalto em Rondonópolis (Foto: Arquivo pessoal)

Um taxista foi assassinado por um casal nesse domingo (9) em um suposto assalto em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Segundo a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Marcelo da Costa Pinto, de 38 anos, foi morto com golpes de faca.

Um grupo de taxista soube do crime e descobriu onde um casal – apontados como suspeitos – estava. Os taxistas lincharam um dos suspeito e o mataram.

Os dois homicídios foram registrados entre a manhã e a tarde de domingo. De acordo com a DHPP, o suspeito que foi linchado e morto pelos taxistas foi identificado como Pedro Henrique Costa Nascimento.

Marcelo da Costa Pinto foi morto em Rondonópolis nesse domingo (Foto: TV Centro América)

Marcelo da Costa Pinto foi morto em Rondonópolis nesse domingo (Foto: TV Centro América)

A mulher dele foi presa suspeita de participação no assassinato de Marcelo.

O taxista foi chamado para uma corrida no Bairro Vila Operária, em Rondonópolis, onde foi rendido pelo casal.

O corpo de Marcelo foi encontrado na região do Bairro Vila Paulista. Ele estava com as mãos amarradas e foi morto com seis facadas. O veículo dele foi deixado na cena do crime.

Uma testemunha disse à Polícia Militar que um casal foi visto saindo correndo do local. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada, mas o taxista já havia morrido.

De acordo com a DHPP, um grupo de cerca de 50 taxistas soube do crime e conseguiu encontrar o local onde o casal estava escondido. Eles entraram na casa onde os suspeitos estavam, no Bairro Alfredo de Castro, e espancaram Pedro até a morte usando pedaços de madeira.

Suspeito que matou taxista foi linchado e morto por grupo de taxistas em Rondonópolis (Foto: TV Centro América)

Suspeito que matou taxista foi linchado e morto por grupo de taxistas em Rondonópolis (Foto: TV Centro América)

A mulher dele conseguiu fugir do grupo de taxistas, mas acabou presa pela PM. Por causa da grande quantidade de pessoas e pelo número inferior de policiais, nenhum suspeito de espancar o assaltante foi preso no local.

A suspeita presa afirmou que pretendiam assaltar o taxista, mas contou à polícia que apenas o marido dela o matou e que ela saiu correndo do local.

Duas facas usadas para matar o taxista foram encontradas pelos policiais. A mulher do suspeito foi encaminhada à delegacia.

Fonte: G1 Mato Grosso



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‘QUEM SOFRE, SOFRE CALADO’ ‘Agressor não tem cara’, alerta delegado sobre crimes sexuais contra menores


Como forma de alertar a população para os crimes sexuais que têm crianças e adolescentes como vítimas, o delegado Ramiro Queiroz, da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), apontou que “o agressor não tem cara”.

 

“Todos nós temos a cara do agressor. Hoje eu prendi um pai, ele tinha acabado de chegar do trabalho [trabalhava de noite]. Para a sociedade, ele é um trabalhador”, disse o delegado.

 

O preso é um dos 18 alvos da Operação Marco Zero, deflagrada nesta segunda-feira (18), que tem como objetivo combater o crime de estupro de vulnerável em Mato Grosso.

 

Conforme a polícia, 16 alvos estão na Baixada Cuiabana e outros dois entre Pernambuco e Mato Grosso do Sul. O delegado expressou ainda a tristeza de ter que falar sobre um crime tão bárbaro contra uma criança que deveria ser protegida pelo pai.

 

Na verdade, ele era um agressor que, além de bater na filha de oito anos, a amarrava com o cinto e cometia os abusos.

 

“Não entra na minha cabeça uma atitude dessas, um pai ter esse tipo de conduta, pois é ele que teria que proteger e dar segurança para essa criança se tornar um adulto capaz sem nenhum tipo de trauma. Eu me pergunto como está a cabeça dessa menina agora”, lamentou.

 

“Esse crime é cometido entre quatro paredes, quase ninguém testemunha. E, quem sofre, sofre calado. Por isso, é importante observar nossas crianças, se mudam de comportamento, de conduta”, ressaltou o delegado.

 

As investigações reuniram elementos robustos que subsidiaram os pedidos de prisão preventiva ao Poder Judiciário, demonstrando a gravidade dos crimes apurados e a necessidade de resguardar as vítimas, bem como garantir a aplicação da lei penal.

 

“O trabalho da Polícia Civil no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade absoluta, destacando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção”, destacou o delegado.

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