Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Taxista é assassinado por casal em assalto e suspeito é linchado e morto por grupo de taxistas



Taxista Marcelo da Costa Pinto foi morto em suposto assalto em Rondonópolis (Foto: Arquivo pessoal)

Taxista Marcelo da Costa Pinto foi morto em suposto assalto em Rondonópolis (Foto: Arquivo pessoal)

Um taxista foi assassinado por um casal nesse domingo (9) em um suposto assalto em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Segundo a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Marcelo da Costa Pinto, de 38 anos, foi morto com golpes de faca.

Um grupo de taxista soube do crime e descobriu onde um casal – apontados como suspeitos – estava. Os taxistas lincharam um dos suspeito e o mataram.

Os dois homicídios foram registrados entre a manhã e a tarde de domingo. De acordo com a DHPP, o suspeito que foi linchado e morto pelos taxistas foi identificado como Pedro Henrique Costa Nascimento.

Marcelo da Costa Pinto foi morto em Rondonópolis nesse domingo (Foto: TV Centro América)

Marcelo da Costa Pinto foi morto em Rondonópolis nesse domingo (Foto: TV Centro América)

A mulher dele foi presa suspeita de participação no assassinato de Marcelo.

O taxista foi chamado para uma corrida no Bairro Vila Operária, em Rondonópolis, onde foi rendido pelo casal.

O corpo de Marcelo foi encontrado na região do Bairro Vila Paulista. Ele estava com as mãos amarradas e foi morto com seis facadas. O veículo dele foi deixado na cena do crime.

Uma testemunha disse à Polícia Militar que um casal foi visto saindo correndo do local. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada, mas o taxista já havia morrido.

De acordo com a DHPP, um grupo de cerca de 50 taxistas soube do crime e conseguiu encontrar o local onde o casal estava escondido. Eles entraram na casa onde os suspeitos estavam, no Bairro Alfredo de Castro, e espancaram Pedro até a morte usando pedaços de madeira.

Suspeito que matou taxista foi linchado e morto por grupo de taxistas em Rondonópolis (Foto: TV Centro América)

Suspeito que matou taxista foi linchado e morto por grupo de taxistas em Rondonópolis (Foto: TV Centro América)

A mulher dele conseguiu fugir do grupo de taxistas, mas acabou presa pela PM. Por causa da grande quantidade de pessoas e pelo número inferior de policiais, nenhum suspeito de espancar o assaltante foi preso no local.

A suspeita presa afirmou que pretendiam assaltar o taxista, mas contou à polícia que apenas o marido dela o matou e que ela saiu correndo do local.

Duas facas usadas para matar o taxista foram encontradas pelos policiais. A mulher do suspeito foi encaminhada à delegacia.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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