Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 29 de Abril de 2026

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política

3 candidatos para o cargo de prefeito de Primavera do Leste foi definido durante as convenções



Da Redação

Foto: Jaqueline Hatamoto/ Cliquef5

Os pré-candidatos, escolhidos durante as convenções foram: Leonardo Bortolin e como vice, Sérgio Luiz Fava, Mateus Viana e como vice Carmen Betti, Luizinho Magalhães e como vice Zezinho.  As convenções municipais foram realizadas, ontem, 8, no plenário da Câmara Municipal da cidade. As reuniões iniciaram às 14h30 e se estenderam até 23h59.

Leonardo Bortolin e Sergio Fava, batizaram a chapa como “A Renovação Une”, os partidos, PV,DEM,PT,PSD,PMDB,PMB,PTB,SD, PRB, PR, PROS, PRB, e PSB, apresentaram a intenção de apoiar  a chapa.

Foto: Jaqueline Hatamoto/ Cliquef5

Mateus Viana e Carmen Betti continuaram com o nome da chama “Avante Primavera”, e tem o apoio dos partidos PDT e PSC.

O PSDB tentou negociar com o PDT, mas acabou por lançar uma chapa pura e apresentou o nome do pré-candidato a prefeito Luizinho Magalhães e como vice Zezinho.

Foto: Jaqueline Hatamoto/ Cliquef5

Agora todos os partidos terão até o dia 11 de outubro para apresentar o registro da candidatura, e a partir do dia 12 de outubro serão permitidas as propagandas eleitorais.



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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