Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Maio de 2026

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Agentes encontram drogas, armas, celulares e bebidas alcoólicas em penitenciária



Agentes penitenciários apreenderam uma grande quantidade de drogas, celulares, armas e bebidas artesanais nessa quinta-feira (28) na Penitenciária Central do Estado, no Bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá.

Mais de 200 litros de bebida alcoólica foram apreendidos nas celas da PCE (Foto: Sindspen-MT)

Mais de 200 litros de bebida alcoólica foram apreendidos nas celas da PCE (Foto: Sindspen-MT)

Segundo o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen-MT),foram encontrados 23 aparelhos celulares, 200 chips telefônicos, porções de cocaína e maconha, 15 armas artesanais e mais de 200 litros de bebida alcoólica.

Droga e celulares estavam enterrados no chão e nas paredes das celas na PCE (Foto: Sindspen-MT)

Droga e celulares estavam enterrados no chão e nas paredes das celas na PCE (Foto: Sindspen-MT)

A revista foi feita no Raio 4 da PCE. Os materiais estavam nas paredes e no chão da cela.

De acordo com o sindicato, os celulares são usados pelos presos para organizares crimes na cidade, como sequestro e golpes.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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