Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Polícia

Depósito clandestino é descoberto e polícia e apreende 340 sacos de carvão vegetal



Uma grande quantidade de carvão vegetal clandestino foi apreendida em um depósito no Bairro Parque Ohara, em Cuiabá, nessa quinta-feira (28).

De acordo com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), o empreendimento não tem licença de funcionamento e estava 100% em desconformidade com a legislação ambiental.

No local foram apreendidos 340 sacos de carvão embalados em sacos indicando peso de 3, 5 e 8 kg, além de embalagens vazias.

Os produtos estavam guardados de forma irregular e o estabelecimento também era usado para embalar o produto, provavelmente, recebido de alguma carvoaria clandestina.

O material foi periciado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O proprietário do estabelecimento foi conduzido à delegacia e autuado. A pena é detenção de 6 meses a 1 ano, além de multa.

A fiscalização integra uma série de ações desenvolvidas pela delegacia para reprimir atividades de empresas clandestinas que atuam no seguimento, especialmente, pelo risco ao meio ambiente e aos moradores da localidade, como a combustão do material, além da poluição ambiental.

Após a finalização do procedimento na Dema, uma cópia será encaminhada a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) para multa administrativa de infração ambiental.

O crime está previsto no artigo 46: receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem exigir a exibição de licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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