Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Mulher é esfaqueada pelo marido durante discussão e morre em hospital



Uma mulher morreu depois de ser esfaqueada pelo marido dela na noite dessa quarta-feira (28) em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi identificada como Luzinete Soares de Oliveira, de 48 anos.

O marido dela, Adolfo Henrique Rohde, de 39 anos, ficou ferido e foi internado no Hospital Regional de Sinop.

O crime ocorreu em uma casa no Bairro Vila Mariana.

De acordo com a Polícia Civil, a filha adolescente do casal e a mãe de Luzinete presenciaram o crime. Elas disseram aos policiais que Adolfo e Luzinete estavam discutindo na casa. O marido passou a esfaquear a vítima e saiu da residência em seguida.

Ele foi encontrado pela polícia perto da casa. Adolfo estava ferido e foi socorrido para o hospital. Suspeita-se que ele tenha tentado cometer suicídio.

Adolfo e a mulher foram socorridos por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Luzinete morreu durante atendimento no Hospital Regional de Sinop. Adolfo foi internado com um ferimento na perna.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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