Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 13 de Janeiro de 2026

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Polícia

Professor indígena que saiu de aldeia para fazer depósito bancário é encontrado morto



O professor indígena da etnia Tapirapé que estava desaparecido há cerca de 12 dias foi encontrado morto nesta segunda-feira (29), segundo a Polícia Civil. Daniel Kabixana, de 38 anos, havia saído da Aldeia Urubu Branco, onde mora com a família, para fazer um depósito bancário em Confresa, a 1.160 km de Cuiabá.

Dois homens de e um adolescente foram detidos pelo assassinato e apontaram o local onde o corpo foi deixado. De acordo com a Polícia Civil, os três confessaram o crime e disseram que assassinaram o indígena a pedradas.

Em depoimento, eles disseram que o objetivo era roubar a motocicleta de Daniel e o dinheiro que ele carregava. O corpo, segundo a polícia, foi encontrado em avançado estado de decomposição.

À polícia, os três disseram ainda que levaram R$ 20 e a moto da vítima. O veículo foi encontrado a cerca de 1 km de onde o corpo foi deixado, próximo de um condomínio em construção.

Daniel foi visto pela última vez num bar em Confresa ingerindo bebida alcoólica, segundo a polícia. Os suspeitos, que estavam no mesmo estabelecimento, perceberam que o professor tinha dinheiro e decidiram abordar a vítima.

Segundo a Polícia Civil, Daniel reagiu ao assalto e entrou em lutar corporal com os assaltantes.

Os três detidos serão autuados por latrocínio e devem ter a prisão em flagrante convertida em preventiva.

Desaparecimento

Daniel havia entrado em contato com a mulher pela última vez na terça-feira (16). Depois disso, a família não conseguiu mais falar com ele. Fabiola Maremoyo, mulher de Daniel, contou ao G1 que o marido avisou que estava em Confresa e que já iria voltar para casa.

“Ele ligou à noite, por volta de 19h. Eu estava em Goiânia e ele deveria voltar para a Aldeia Urubu Branco, onde vivemos, mas desde então não sei mais o que aconteceu”, disse.

Antes de desaparecer, Daniel disse à mulher que estava assistindo a um jogo de futebol, na cidade.

O indígena trabalhava como professor de matemática na Aldeia Hawalorá, localizada em Santa Terezinha, a 1.329 km da capital, na mesma região do Baixo Araguaia.

 Fonte: G1 Mato Grosso


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Saúde amplia acesso ao DIU e reforça planejamento reprodutivo para mulheres


Método contraceptivo de longa duração, reversível e com alta eficácia é ofertado gratuitamente pela rede municipal de saúde

A Secretaria Municipal de Saúde segue investindo em ações voltadas ao cuidado e ao bem-estar das mulheres, disponibilizando o DIU (Dispositivo Intrauterino) como método contraceptivo seguro, eficaz e de longa duração para a população feminina.

 

O DIU é um método contraceptivo reversível, consistente em uma pequena peça de plástico em formato de “T”, inserida no útero por médico ginecologista, com o objetivo de prevenir a gravidez. Ele atua alterando o ambiente uterino, tornando-o hostil aos espermatozoides e/ou óvulos, e possui eficácia superior a 99%, sem a necessidade de uso diário.

 

De acordo com a coordenadora Laís Barros, o método se destaca pela durabilidade e praticidade. “Ele pode durar até 12 anos, o que permite à mulher planejar sua vida reprodutiva com tranquilidade. Caso deseje engravidar, basta retirar o dispositivo”, explica.

 

Atualmente, a rede municipal oferece duas opções: o DIU de cobre, com durabilidade de até 12 anos, e o mini DIU de cobre, que pode ser utilizado por até cinco anos. A escolha do modelo é feita pela médica ginecologista no momento da inserção, levando em consideração a avaliação clínica e o tamanho do útero da paciente.

 

O DIU de cobre não contém hormônios, sendo indicado especialmente para mulheres que possuem contraindicação ao uso de métodos hormonais. Além disso, trata-se de um método altamente confiável, já que não depende da lembrança diária da usuária, e a fertilidade retorna rapidamente após a retirada.

 

Para ter acesso ao DIU, a mulher deve procurar sua Unidade Básica de Saúde (UBS), onde passará por consulta com enfermeiro ou médico. Após a avaliação e a indicação do método, o encaminhamento é feito à equipe de Planejamento Familiar. O agendamento da inserção ocorre por meio de contato via WhatsApp.

 

A Secretaria de Saúde reforça que as inserções são realizadas semanalmente e que não há fila de espera para o procedimento. Em média, o agendamento ocorre em até duas semanas, sendo realizado na Clínica da Mulher, garantindo acesso rápido, seguro e gratuito ao método contraceptivo.


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