Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 04 de Marco de 2026

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Vereador Luis Costa solicita ao executivo a retomada da Equoterapia



Da Assessoria

A Equoterapia é um tipo de terapia com cavalos que serve para estimular o desenvolvimento da mente e do corpo. Ela serve para complementar o tratamento de crianças e adultos com deficiências ou necessidades especiais.

Em Primavera do Leste o tratamento que era oferecido pela saúde pública deixou de funcionar. Por várias vezes pais de crianças especiais procuraram o vereador Luis Costa (PR), pedindo ajuda para que a prefeitura do município ative novamente o tratamento, mas até o momento não houve avanços.

“Novamente fui procurado por um pai de uma criança com necessidades especiais, pedindo ajuda para que volte a Equoterapia no CTG. As crianças estão sofrendo porque eram acostumadas com o tratamento. Por isso peço novamente que o executivo estude a possibilidade de manter este programa de saúde”. Afirma o Legislador.

Luis Costa explica que os cavalos precisam de ração e que a professora da Equoterapia precisa de uma auxiliar para ajudar nas aulas. O legislador é incisivo ao falar que o custo para este tratamento é baixo.

“Existem várias outras coisas que podemos cortar no município para manter a Equoterapia. Essa situação é um retrocesso para a cidade, que antes era referência neste tratamento. Senhor prefeito, você precisa entender que essas crianças precisam das aulas e não podemos permitir que este programa acabe”. Finaliza o vereador.

No município funciona atualmente o projeto de Equoterapia pelo Sindicato Rural.

 



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Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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