Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Mais de um ano após denúncia de avó, padrasto é preso suspeito de abusar das enteadas



Um homem de 45 anos foi preso nessa quinta-feira (23) pela Polícia Civil, em Cuiabá, suspeito de abusar das duas enteadas. A denúncia havia sido feita pela avó das crianças em novembro de 2016, quando as vítimas tinham 5 e 7 anos de idade.

O suspeito teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após representação feita pela Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica). O G1 não conseguiu localizar a defesa do padrasto.

De acordo com a denúncia feita pela avó, as crianças viviam com a mãe e o padrasto no Bairro Pedregal. As crianças relataram à avó que o padrasto beijava as duas na boca, as colocava no colo e passava a mão pelo corpo delas.

Segundo a polícia, além dos abusos sexuais, as meninas também eram maltratadas, tendo inclusive registro no Conselho Tutelar.

Após denunciar o caso, a avó afirmou à polícia que estaria recebendo ligações com ameaças de morte por parte do suspeito.

Após a denúncia de abuso, a mãe das crianças perdeu a guarda das filhas, que agora moram com o pai biológico.

Segundo a Deddica, o suspeito deverá ser indiciado dentro de 10 dias.

Fonte: G1 Mato grosso



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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