Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 05 de Marco de 2026

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Polícia Civil concluirá inquérito que envolve vereador na próxima terça



Da Redação

Durante coletiva de impressa realizada na tarde de hoje (17), o delegado responsável pelo caso, Bruno de Morais Carvalho, disse que toda a investigação está sendo realizada com total lisura. “Nós já estamos em fase de conclusão do inquérito. Coletamos depoimentos de pessoas envolvidas, materiais, também ouvimos as partes, e assim produzimos muita prova. Não tivemos problema nenhum no decorrer das investigações. Em nenhum momento houve intervenção política e de nem outro poder. Estamos fazendo um trabalho sério e ético”.

O delegado chegou a expedir o pedido de prisão preventiva para o vereador envolvido no caso, mas o judiciário negou. “O vereador envolvido no caso, se apresentou a Polícia e assim coletamos o seu depoimento. O caso corre em sigilo. Após a conclusão iremos enviar o inquérito para o Poder Judiciário”.

O Juiz, Alexandre Delicato Pampado, negou o pedido de prisão, expedido pelo delegado responsável pelo caso que envolve o  vereador Josafá Martins Barbosa, por entender que se trata de uma pessoa pública, e ter endereço fixo e ocupação lícita, sendo assim, poderá responder o processo em liberdade.

Entenda o Caso

O vereador Josafá Barbosa (PP), foi indiciado na segunda (15) pelos crimes de estupro de vulnerável e circulação de moeda falsa.

O suposto ato sexual teria ocorrido no domingo (14), mas veio à tona quando a vítima tentou gastar os R$ 100 em um supermercado. O comerciante constatou que a cédula era falsa.

A PM foi acionada e conduziu a adolescente à Central de Flagrantes. Durante o depoimento, ela revelou que o dinheiro falso era o pagamento pela relação sexual com Josafá Barbosa. Após o registro da ocorrência, o caso foi encaminhado para a delegacia de Primavera do Leste, onde corre o inquérito sigiloso para aprofundar as investigações.



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Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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